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Deixar entrar o espírito.

terça-feira, dezembro 11, 2018
 Este fim de semana já me trouxe um cheirinho a Natal. Em primeiro lugar porque não nos largámos um bocadinho e, mesmo com afazeres pelo meio, eles foram uns anjinhos. ;)
Estão uns grandes companheiros e adoro passar tempo com eles. Assim, levei-os comigo e rezei para que tudo corresse bem.
A tribo esteve no Miúdos Stock Off no Mercado time out e passámos ali a manhã a confraternizar.
Foi a segunda vez que estive neste mercado, esta com uma participação real, e fico super orgulhosa de ver marcas portuguesas tão boas a unirem-se e a fazerem acontecer. 
Depois, outro orgulho nacional é o Pinheiro Bombeiro, onde fomos buscar a nossa árvore verdadeira de Natal. Se isto fosse feito nas condições normais odiava. Mas a ideia é maravilhosa, leiam só.
Estas árvores são resultado da limpeza das matas, não foram cortadas só para satisfazer o Natal. É só irmos ao Hub criativo do Beato e escolhermos a nossa. A tarefa não é fácil e contaram-nos que às vezes há pessoas que trocam já com a sua árvore dentro do carro.  Nós somos prova disso. Iamos a sair com uma quando chegou a que realmente trouxemos e por quem nos apaixonámos ali à queima-roupa. Estas arvores são alugadas. Depois das festas temos de as entregar, ou deixar nos pontos de recolha. Vão então depois para combustão. Essas receitas (do aluguer e da combustão) são revertidas em material para os bombeiros. Acreditam que eles não têm sequer seguro de saúde?! Ou seja, se lhes acontecer alguma coisa esse custo é suportado por eles. Enfim...
Ficámos felizes, já a trouxemos connosco e está na nossa sala a espalhar aquele cheirinho a pinheiro tão bom.
Depois mostramos. Um beijinho enorme 

Será assim tão estúpido resumir tudo a felicidade?

quinta-feira, dezembro 06, 2018
Ontem fui convidada pela Câmara Municipal de Cascais para umas "Conversas improváveis" sobre educação. Aceitei a medo porque não sou profissional do ramo e só poderia ir lá dar a minha opinião pessoal e o que tenho aprendido neste blog e na Tribo...
Havia políticos, de esquerda e direita, havia professores, diretores de agrupamentos, alunos, pais, etc...
E o que seria (ou pensava eu que seria) um bom momento e de partilha, tornou-se numa batalha campal. Fiquei preocupada e triste porque saí com a sensação que dificilmente se resolverão algumas questões. Uns puxam para um lado e outros para o oposto. A escola está longe de agradar a todos, mas podia ser um lugar muito melhor. 
Na verdade não contribuí com muito para este debate porque era só ali uma mãe sem grandes ideias a implementar mas lutei muito pela ideia de felicidade. Bem, até me senti um pouco limitada porque não estou por dentro de todas as questões debatidas. (E não tenho vergonha de o dizer.)
Mas sou mãe. E adorava que repensassem esta exigência, que os pais passem mais tempo atentos aos seus, que nenhum jovem se sinta desamparado ao ponto de andarmos todos à pancada sem olharmos para eles. Que o mundo abrande.
Saí preocupada quando ali nos contaram que numa iniciativa da semana da juventude (ou de algo assim que não sei precisar), um grupo de 200 alunos tinha de escolher dois temas para debater. Os temas que escolheram foram "Psicólogos na escola" e "Suicídio juvenil". Ora se isto não é um sinal de alerta, avisem-me.
Não quero saber de concorrência, competição, nem quero que os meus filhos sejam os melhores.
Quero vê-los curiosos, interessados com o que aprendem. Com vontade de mais.
Para isto acontecer temos todos de nos envolver. Pais, presentes, empresas cooperantes, professores alegres e entusiasmados.
Felicidade nas escolas é possível. Mas todos temos de remar para o mesmo lado.
Miúdos acutilantes, sem medo de perguntar, de dizer que não perceberam, professores com humildade suficiente para conduzirem sem matarem a genialidade que os mais pequenos têm.
Não é à toa que o ensino, digamos, alternativo, Montessori, Waldorf, Homeschooling, etc.., tem crescido a olhos vistos no nosso país. Onde o foco está na criança. Onde ela decide. Trabalha a autonomia. Acredito que muitos pais que querem que os filhos sejam bem sucedidos, mas concerteza, todos quererão que sejam felizes. E por isso, para mim, tudo isto se resume a felicidade. 
Nem pude ontem partilhar a história de um artigo da Tribo de duas mães que, não estando satisfeitas com o ensino, decidiram fazer uma escola para os filhos (esta e esta) e abri-las à comunidade.
É um artigo especial que se puderem leiam. 
Agradeço muito o convite da CMCascais que nos deixou debater sem censura em busca de um caminho melhor. Foi importante para mim perceber que afinal é mesmo de felicidade que todos precisamos. 


Sobre o sono.

quarta-feira, dezembro 05, 2018
Estas duas semanas o sono tem sido o tema dos meus dias. 
Em primeiro porque fui convidada para ser embaixadora da campanha de Natal do Lidl, com imenso orgulho. O tema é mesmo o sono e eu fui lá dizer que o sono é talvez umas das coisas de maior importância da nossa vida. Podemos viver algum tempo sem comer, sem fazer exercício físico, mas desafio-vos a viverem sem dormir. Não dá.
As mães e os pais vivem muito desta privação. Anos e anos acumulados sem dormirmos bem não é bom para a saúde. Para além de não ser uma questão fashion, porque nenhum dorminhoco vira moda, e dormir não é nada trendy, é também pouco valorizado em família e na sociedade. 
Sou muito rotineira nas horas de dormir dos meus filhos. E cada vez mais nas minhas porque como trabalhei por turnos, numa altura da vida, tinha muitas insónias porque qualquer coisa me despertava.
Por isso, têm valor ao vosso sono e dos vossos. É mesmo muito importante para toda a gente. 
Mil beijos
Bem, na verdade agora o meu novo colchão me tem ajudado a dormir muito melhor. E isso faz toda a diferença. Porque muita gente me pergunta qual escolhi a marca é Koala, estou super in love!!!!
É um colchão 100% português,  é um colchão 100% português, vendido exclusivamente pela Koala Rest no seu site ou no seu Showroom na Avenida de Paris, em Lisboa, que dá imensas garantias (como 100 noites para devolvermos se não estivermos satisfeitos...), fazem em qualquer medida e entregam gratuitamente em 1 a 5 dias e que é como dormir nas nuvens. Estou a amar!!!

Eu pedi para me fazerem perguntas sobre higiene íntima...

segunda-feira, dezembro 03, 2018

E vocês fizeram!
É um assunto que não é muitas vezes falado mas é muito importante. Então quis saber que perguntas me fariam vocês sobre o tema. O que vale é que estudei bem a lição, e na verdade, a Lactacyd deu-me uma ajuda, porque havia muitas coisas que também não fazia ideia. Nem sequer tinha cuidados para além do norma. mas percebi que afinal, não é bem assim...
Ficam então as vossas perguntas e as minhas respostas!

Que produtos e quando devo fazer a minha higiene íntima?
Devem usar produtos que respeitem o pH natural, como Lactacyd. O gel de banho do corpo que usamos normalmente não é adequado para a zona vaginal. Pode provocar irritações e/ou infeções. E, por exemplo, na menopausa, na gravidez ou na menstruação deve dar-se especial atenção ao tema.

Porque é tão importante manter um pH adequado?
Porque previne o aparecimento de infeções e irritações.

Mas levar esse gel atrás não é fácil....
Também há versão toalhitas muito mais portáteis e como só se deve fazer uma vez por dia podem fazê-lo no conforto do vosso lar. 

Mas qual é o problema da alteração de pH?
Porque a perda do equilíbrio da flora vaginal pode afetar-nos, provocando alterações no fluxo e favorecendo o aparecimento de infeções, tanto bacterianas como infeções produzidas por fungos.

Porque é que nos pediste estas perguntas?
Porque, tal como eu não sabia nada disto, achei que era importante tirar algumas das minhas dúvidas, então, em parceria com a Lactacyd, resolvemos dar-vos umas dicas.

Útil?


Poupar energia (na cozinha)

quinta-feira, novembro 29, 2018
Cá seguem mais umas dicas de poupança de energia.
Esta para a cozinha.
Podem ver mais dicas em www.gastemenosemenergia.eu