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Resumo deste tempo precioso

segunda-feira, janeiro 23, 2017
que é o fim de semana.
Dou tanto valor hoje em dia, amo tanto estar em família, a andarmos juntos por aí, que fico triste quando acaba.
Agora voam estes dois dias. Convosco também?
Talvez por serem três filhos, parece mais reduzido. Não sei... Talvez seja por ser bom.
Tão bom que nem tive tempo de editar as fotos. Mas vou tratar disso rápido porque andei a matar saudades a fotografá-los.

Não imaginam a cara das pessoas a olhar para mim. ;)

segunda-feira, janeiro 23, 2017
- Eles precisam de ser responsabilizados logo no pré escolar porque o mundo não está fácil e há muita competição.
- Ah, concordo. Eu todos os dias ponho os meus filhos a cheirar um bocadinho de tubo de escape para se irem já habituando à poluição que vai existir no planeta quando forem adultos.



É oficial.

sábado, janeiro 21, 2017
Começou hoje a gatinhar. (Acabou-se o sossego!)
E hoje também recebeu a mesma visita de há 8 meses. ;)



Até quando pensas dar de mamar?

sexta-feira, janeiro 20, 2017
[Que horror! Já tem dentes!!! Qualquer dia desaperta-te os botões da camisa. bla bla bla whiskas saquetas.]
Estas são (só algumas) das conversas que se passam à minha volta porque dou de mamar à Madalena aos 9 meses.
Na verdade, (não digam a ninguém) não me afetam minimamente e posso até mesmo dizer que sinto algum orgulho. E ainda mais graça tem quando olho para aqueles caninos, tipo vampira. Adoro. [E sim, já mordeu!]
De uma primeira filha que amamentei a custo e pouco, até à terceira cuja a amamentação se tornou uma paixão, que foi gradualmente se apoderando de mim (de nós). Sempre mais um bocadinho mais com cada um dos meus filhos.  Alguma vez pensei  conseguir dar de mamar até ao 1 ano? Nunca! Mas aqui estou, feliz, a levantar a taça e sem me meter em maminhas alheias, nem chatear ninguém que deu 1 dia, 2 meses, 7 anos, ou nunca deu. 
Com a amamentação sente-se o instinto mais puro do ser humano. E com o fim dela o terminar do nosso lado mais animal. Vai-se o faro que sente as ditas a kms de distância, para as convenções dos talheres, cotovelos para baixo, senta-te direito! Bolas, isso é que é um inferno! Dar de mamar é prazer, calma e o único momento nos dias de hoje onde me obrigam a estar sentada. (Ou deitada até, que sonho.)
Bem, começo por lhes dizer que a minha filha está melhor protegida com a amamentação. Falo de anticorpos e essas coisas que até podem salvar o mundo e permitir que ele continue a girar, tipo não faltar ao trabalho, etc... Elas acham, mesmo assim, que é preferível uma doençazinha a uma maminha de fora. Ok. Continuemos.
E até quando??? Ufa! Que inquérito! 
- Até ao 1 ano. Quero que passe da maminha diretamente para o leite em pacote. 
Cai o Carmo e a Trindade!
1 ano????  Credo! (Parece que já tem pelos púbicos com 1 ano, não vá sujar-me os mamilos com baton...)
Mas ainda remato: Esperem! Um ano no mínimo. Não tenho prazo para terminar. 
(Caretas!) - Ai!! Como é que é possível. Estás tipo cigana (para mim é um elogio que acho uma etnia cheia de saúde e vida), sempre de maminha de fora. 
Sim, já dei de mamar nos sítios mais estranhos que podem pensar. Já dei de mamar ao lado do meu padrasto que acha que a minha filha é como as cabrinhas a dar marradinhas na mãe. E é mesmo! É isso mesmo. Nós somos bichos!!!
Não ando propriamente a fazer striptease, sou das que gosta de privacidade, mas não me vou pôr num beco escuro a alimentar a cria, ou numa casa de banho pública cheia de micróbios. Dou ali, com um paninho, virada de costas ou isso. Mas isso sou eu. Cada um amamenta como quer.
Ainda me agarro à OMS que recomenda até aos dois anos. E aí, elas começam a dizer que aos 3 meses não tinham leite, que o leite era fraco, etc. Nessa altura já desisti de lhes explicar que não podem dar suplemento porque a maminha é inteligente e deixa de fabricar o que é preciso. 
Falei-lhes também dos surtos de crescimento e como em, algumas fases, tive de dar de mamar de hora a hora. JE-SUS!!!!! Nem pensar!!! Pois, realmente é preciso muita dedicação na amamentação.
Depois ando por ali a (tentar) explicar que, mesmo assim, é prático de manhã com três filhos. 5 minutos e a bebé está despachada do pequeno almoço. Elas preferem o trabalho a uma refeição rica.
Para rematar, qual machadada final, porque estou farta de argumentar (eu sei que desci baixo demais) chuto:
OK! No verão falamos.



Passaram quase dois meses desde

quinta-feira, janeiro 19, 2017
que escrevi este post.
Flop total nas minhas intenções #lerumlivroatéaofim
Li este. A minha cara! Adorei.
Não é um romance, nem nada de muito denso vá, mas leva-nos a pensar na vida e a dar-lhe valor. A aprender com um povo sem sol e cheio de impostos. A prespectivar e a dar valor a pequenos nadas.
Costumam dizer-me que estou sempre feliz. E acho que talvez tenha um pouco de hygge em mim. [lê-se huga] 
Sem saber, a minha casa está hygge, as minhas roupas são cada vez mais hygge e o meu espírito também. Mas fui esperta. Roubei o hygge à Dinamarca e vivo em Portugal. ;)
Já o espreitaram?