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3 mudanças em mim.

segunda-feira, julho 23, 2018

Estas férias foram espetaculares. Estivemos juntos e com tempo uns para os outros.
Estava muito a precisar de parar, de me centrar e de traçar algumas mudanças que o meu corpo e mente me pediam há muito. 
Desde que fiz o detox com a Filipa Muchacho, acabei por descambar um bocado. Voltei ao pão, ao queijo [muito], e acabei a estragar o que me estava a fazer sentir tão bem.
Para além da mudança física, senti que a minha cabeça também estava (e está) a pedir um novo rumo.
Na verdade, trabalhar em casa e ter filhos é exigente. Senti que a minha atenção andou sem rumo, só a apagar os fogos que iam surgindo. Não me queixo da minha decisão. Sou aliás super agradecida. Mas é preciso alinhar muitas coisas para que, daqui para a frente, consiga conjugar tudo sem sentir que estou a correr uma maratona.
Começa na alimentação, passa pela forma como organizo a minha vida e termina, obviamente, na minha relação com todos.
Por coincidência, nestas férias levei três coisas para ler para a casinha no meio do Alentejo onde estivemos tão bem [e tão sós.]
Não escolhi muito. Eram coisas que tinha posto de lado para me dedicar quando tivesse tempo.
Sem perceber as três mostraram-me um caminho. O que neste momento faz sentido. Se vou virar vegetariana? Se nunca mais vou dar um grito a um filho? Se vou ser tão organizada como desejo?
Não faço ideia. Mas partilho com vocês o que me fez tão bem.

1. Joy Planner
Se têm a Tribo de verão saberão do que estou a falar. Comecei hoje, regressada de férias, a preencher esta agenda, depois de a interiorizar.
Nestas férias pensei no pouco tempo que tenho para os meus e para as minhas coisas. Fora trabalho, quanto tempo bom dedico por dia a mim e aos meus?? 
Somos 5 cá em casa + cão. 1 hora para mim e para o que eu gosto de fazer. Eu não tenho uma hora por dia para dedicar a cada um deles... Nem para me melhorar a mim... Conseguirei organizar-me melhor de forma a rodear-me do  que traz alegria, bem estar e crescimento!? E  se conseguisse trazer esta forma de pensar e de estar para o meu dia a dia e trabalhar a direcção e o foco?!
A Rita Sambado da EUS School pensou isto mesmo bem. 
Com esta agenda trabalhamos o que nos nutre, o que nos inspira e os aspetos que queremos acordar em nós.  O Joy Planner ensina-te a ligares-te diariamente ao que há de mais sagrado e autêntico em ti.
Estou a amar descobrir-me. 
Pode adquirir-se aqui

2. Caminhar com Peety
Não é só um livro sobre um cão e o dono. Eric era obeso, pesava 150 kg.
Sofria de obesidade, depressão, tensão em valores altos e diagnóstico de diabetes tipo2. 
Um dia (vejam o vídeo) o médico disse-lhe que só tinha 5 anos de vida no máximo. Uma situação fê-lo querer mudar de rumo. Procurou uma naturopata, passou a vegetariano e ela aconselhou-o a adotar um cão abandonado.
Aí encontrou o Peety, um cão obeso e triste, que virou um atleta feliz (perdeu 11kg). Hoje Eric (perdeu 70kg) é uma personalidade e corre maratonas.
É uma história real, apaixonante e inspiradora.
Já tinha há muito tempo diminuído o consumo de carne. Nestas férias ainda não toquei. Não é fácil porque nos nossos sítios de férias que dizem ser vegetarianos não o são verdadeiramente. Servem uma salada. Vegetariano (na verdade acho que gosto mais da linha macrobiótica) é mais que isso e nem sempre é fácil mantermos o nosso rumo.
  Também não toquei em pão, nem em queijo. Sinto que não me fazem bem. Já desinchei em poucos dias. Mas é um todo.
Aconselho mesmo muito este livro para quem quer mudar a alimentação. [E um cão para quem procura um amigo e companheiro que o vai ajudar a sair de casa e a lutar pelos seus objetivos.]
Livro aqui.


3. Berra-me baixo
Já é um clássico mas sabe sempre bem rever e recordar. É um livro, da Magda Gomes Dias, de transformação na relação com os nossos filhos. Muito prático com casos, conselhos e exercícios práticos.  São 21 dias, quatro semanas, para deixarmos de berrar com os nossos filho. Na verdade acho que vai para além dos berros. 
Ajuda à construção dos pais que queremos e devemos ser. Ficamos mesmo com vontade de mudar a nossa forma de interagir com eles e a sentir que faz sentido e que todos melhoramos.
À venda aqui.


Papas Slow (para tempo de férias)

domingo, julho 22, 2018
Quando era pequena passava o mês de agosto todo no Algarve. Mais propriamente no Alvor.
Tenho as recordações mais giras desses tempos. 
Ficávamos na praia o dia todo e, como os escaldões, eram dias gigantes e quentes.
Íamos com primos e fazíamos muitos amigos. Ou achávamos que fazíamos. 
Na verdade, eram filhos de pessoas que os nossos pais conheciam, ou que também iam para lá há muitos anos. Mas também fazíamos amigos da terra. 
Erámos amigos dos meninos do Rancho folclórico do Alvor, e nunca me hei-de esquecer das festas e dos imensos karaokes, e mais tarde festas da espuma, que animaram a minha adolescência.
Mas havia uma coisa inesquecível no mau sentido. A água. Ainda me lembro do sabor quando tinha mesmo de ser ou pedíamos no café. Horrível.
O meu pai comprava garrafões, atrás de garrafões, porque um mês a beber aquela água era impensável. 
Água do Luso faz-me sempre lembrar esse pequeno luxo que podíamos viver durante um mês. E agora faço o mesmo quando vamos para sítios onde a água é má.
Para além desta boa memória, tem ainda uma característica que nem toda a gente sabe e que eu adoro! Por ser uma água de origem subterrânea e pura, porque não é sujeita a tratamentos e é muito pouco mineralizada.􏰀  São até proibidos quaisquer tratamentos químicos ou de aditivos, o que me parece muito lindamente. Principalmente para quem tem filhos, especialmente bebés, a água é sempre uma preocupação.  Gosto de Luso pelo sabor e por toda esta confiança. E sei que assim podemos ir para todo o lado sem dramas. 
 A Madalena come papas de aveia de manhã (ou bebe leite de aveia/arroz), mas quando temos tempo adoro dar-lhe papa. E ela também. Normalmente é o meu marido que faz, porque ele é que é o especialista e provador. É um pequeno-almoço muito fácil e super nutritivo. 
Viemos de umas férias no interior do Alentejo, (depois mostro fotos) de uma casinha onde a água deixava muito a desejar. Aliás, nem dava para beber. 
E, por isso, lá fomos nós com Luso atrás a fazer lembrar a minha infância e prontos a criar memórias para um dia os meus filhos contarem estas coisas.
Lembrei-me então de vos passar a nossa receita para os vossos pequenos almoços slow


[Vou deixar aqui a receita. Ela come isto desde os 6 meses. Para bebés batam a fruta. Nada como um pequeno almoço saudável desde pequeninos para se habituarem a gostar de coisas boas.]

Receita papas de aveia da Madalena:
Ingredientes (para uma pessoa)

  • 2/3 colheres flocos de Aveia integrais grossos  (se se lembrarem deixem de molho na véspera)
  • 1 banana madura em rodelas, maçã, e toda a fruta que eles gostem. Morangos fica delícia. 
  • 50 ml água  (isto normalmente faço a olho)
  • 100 ml leite vegetal [normalmente arroz ou aveia, se escolherem o de soja que seja biológico]
  • 1 colher chá de mel
  • sementes de chia/papoila/ou outra
  • Gojis (que ela adora)
  • Colher de chá de canela

Mãos à obra
Juntar os flocos, metade da fruta, canela, a agua e o leite e levar ao lume.
Aquecer até engrossar
Misturar mais leite ou água [como gostarem mais]
A fruta que sobra põem por cima no fim às rodelas e o mel.
Para os meis velhos comerem ponho cacau. ;)

Espero que gostem aí em casa. 
  Foto só para mostrar o vestido lindo da Vintage Bazaar. 

Como aprendi a gostar de fazer (algumas) tarefas em casa.

segunda-feira, julho 09, 2018
Bem, há coisas que odeio.
Primeira: gerir o frigorifico, o que se estraga, o que é para comer... odeio!
Segunda: Tirar loiça da máquina. Prefiro pôr.
Terceira: Estender, dobrar e arrumar roupa.*
Trabalhar em casa tem este mal de se misturar tudo. Às vezes, tenho mesmo de bater a porta porque não consigo produzir bem num sítio caótico. E prefiro ir para um café.
Mas não dá sempre... E então tive de criar algumas rotinas para sentir uma certa harmonia à minha volta, que sem ela o meu mundo desaba.
A lição que aprendi foi pôr amor e carinho nas tarefas. Sei que pode parecer ridículo, mas se pensarmos nisto o trabalho não custa tanto e vamos conseguir tirar ter algum prazer nas coisas. Pensarmos que estamos mesmo a fazer algo de bom para a nossa família e para nós. E no bonita que vai ficar a nossa vida. E termos gozo nisso.
Obviamente que não sou uma tonta a amar limpar (juro que eu passava este trabalho de bom grado), mas sinto que se o ambiente estiver são à minha volta tudo corre melhor e todos estamos melhores.
E sentir que apesar de parecer pouco o que faço (e ninguém agradecer) o resultado tem mesmo influencia no ambiente geral.
Por exemplo, ponho música quando estou a limpar ou a dobrar roupa. Ou oiço um podcast e faço deste um momento de relaxe. Até passa mais rápido. ;)
Uma coisa que passei a amar é ter a roupa a cheirar bem. Adoro o cheirinho do amaciador na roupa. Agora estou a usar este Quanto roxo, que tem um cheiro me traz boas recordações, não sei porquê. Cheira a férias. ;) Antigamente não usava amaciador e agora estou um bocado viciada. Porque a casa fica invadida por este cheirinho e roupa fica mesmo fofinha. [Diz que dá aquela sensação de roupa acabada de lavar até 300 dias. ;)]
Ter a casa decorada a meu gosto, com poucas coisas e bonitas ou sentimentais ajuda-me muito a querer ter tudo em ordem e tudo ser fácil de arrumar. Destralhar muito e ter cada coisa no seu sítio é a  minha chave para uma casa que dê gosto de estar.
*Estes são os meus calcanhares de Aquiles na lide doméstica. E os vossos? Adoro saber estas coisas.;)






Proteger os oceanos [como os filhos]

quinta-feira, julho 05, 2018
Quando vi a campanha da Avène sabia que estes eram os protetores solares que queria usar este ano.
A pele da minha família é difícil e apesar de eu respeitar muito as horas saudáveis de sol, sem creme não nos livramos do escaldão. 
Com histórias (más mas controladas) de pele na família sou frenética com este tema. Mas havia uma coisa que me preocupava que era o que os cremes fazem pelo ambiente e pelos oceanos. 
Li tanto sobre isto que quase me apetecia deixar de usar proteção. Só que isso em nós é impossível. 
Bastam umas duas horinhas ao sol, mesmo nas horas boas, e ficamos logo queimados (numa versão pouco saudável).
Como misturar uma boa proteção com a preocupação ambiental?
Então para vos ajudar a escolher aqui segue o que procurei no meu creme para este ano:

  • Proteção da nossa pele mas também da vida marinha 
  • Biodegradável
  •  Resistente à água
  • Sem silicone
  • Sem filtros hidrossolúveis
  • Sem substâncias tóxicas para os organismos marinhos

Acho que cada vez mais temos de pensar que o mundo também é nosso filho. E como queremos proteger a nossa família também temos o dever de o proteger a ele. Certo?

Desafio:
Queria também pedir-vos para quando forem com os vossos filhos à praia façam o jogo de apanhar plásticos e outro lixo que pessoas sem cuidado deixam para trás.
Sabem o que são microplásticos? É aquele plástico tão pequeno (por exemplo purpurinas) que não se consegue destruir. Essas partículas vão para agua e acabam a ser comidas pelos peixes. Peixes esses que nós vamos comer depois. Obrigada por me ouvirem. Afinal estamos a falar de dois terços do planeta.
















Clap! Clap! O primeiro prémio da Tribo!

quinta-feira, junho 28, 2018
Ontem fui surpreendida com o prémio na categoria de Lançamento dos Prémios Criatividade da Meios & Publicidade.
Partilho com vocês a foto e o momento.
Que venham mais prémios e que continuemos por muito mais tempo!