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Exausta [mas agradecida]

sexta-feira, novembro 17, 2017
Esta semana pareceu-me um dia. Passou tão rápido que fico sempre com medo de que todas sejam iguais e quando dê por mim meus filhos estejam maiores que eu.
Foi uma semana intensa, cheia de trabalho, idas a Lisboa, muitos mails, algumas propostas boas que estou morta por vos mostrar, patroas. ;)
Terminei a semana assim. Com uma amiga e as suas queridas filhas.
E soube-me tão bem. Voltar a fotografar por amor. Sem tempo. 
A Filipa ainda não sabe mas quero levá-la para A Caravana.
Acho que yoga me tinha feito bem esta semana.
Nem houve ginásio, nem Kizomba, nem Dance, nem tratamentos... mas continuei a comer bem. 
[Já repararam que tenho 3 páginas, três emails, fora os pessoais, ... Imaginem a minha cabeça...]
Mas estou mesmo feliz por estar a fazer o que gosto e nesta descoberta enorme de tantas coisas que agora posso fazer. Estou feliz, feliz. 
Obrigada por estarem aí.
Podem ver mais fotos minhas aqui.












Se a vida te dá sol [e Sunquick];)

quinta-feira, novembro 16, 2017
Ando preocupada, como todos nós, com a falta de chuva. 
Por outro lado, odeio o horário de inverno.
E já que não está nas nossas mãos mudar o tempo [embora andemos a pedir com muita força] temos aproveitado este sol maravilhoso para estarmos juntos.
Todos os anos me queixo com a mudança da hora. Os miúdos saem de noite da escola, fica mais frio e gasta-se muito mais eletricidade. E seria tão melhor podermos brincar mais um bocadinho?!
Como neste dia, num programa escolhido por eles, com um lanche escolhido por eles [que já não fui a tempo de fotografar] e umas camisolas escolhidas pela Madalena. ;)
Fomos a este parque que tem umas aventuras que eles gostam e ficámos por ali, a sentir o quente do sol e a descobrir a natureza.
Gosto de deixar acontecer. De não preparar nada e de os deixar livres.
Gosto do que sai dali. Juntam-se mais, tomam conta um dos outros [e às vezes também se pegam.]
Faz parte de ser família.
E quanto a acordar de noite caso mudasse a hora? Bem, fica esse tempo para os percursos para a escola e trabalho e passado um bocadinho nasce o sol, que fica reservado para famílias ao final do dia.
[E seríamos mais horas felizes.]

Obrigada Sunquickpor ter contribuído para este momento.

10 formas que encontrei para ter uma vida feliz.

terça-feira, novembro 14, 2017
Eu sempre fui feliz. Por nada.
Acho que nasci assim.
O meu marido diz que eu decidi ser feliz e que, por isso, não fujo do meu plano. Eu acho que nem o decidi. Eu sou feliz e ponto.
Claro que já tive, e tenho, momentos menos bons, surpresas desagradáveis, contas inesperadas, grandes desilusões mas, no geral, sou feliz.
Acho que a grande chave da felicidade para mim, e talvez isso venha depois de algumas decepções, é que não tenho grandes expetativas. Sei que o caminho tem de ser percorrido por mim e que não posso contar com outros para o fazer por mim, ou para me levarem ao colo.
Claro que me zango, que me queixo, que até já chorei de cansaço e de tristeza, mas não é isso o que quero trazer para aqui.
Claro que já contei tostões, que o meu carro foi parar à oficina, que às vezes a rotina me cansa, as tarefas me massacram, a vida me pesa... Queria meus filhos já estiveram tão insuportáveis que me apeteceu fugir, que andei tão desorganizada que achei que não conseguia.
Mas isso é a vida. E ela tem tantas coisas boas.
O que quero mostrar neste blog é o meu caminho bom.
É inspirar. É mostrar que a felicidade é uma opção. Um trabalho interior.
Que não é feito de coisas mas de momentos.
É trazer pensamentos bons e felizes.
É abrir uma janela quando se fecham portas.
É dar-vos um sorriso quando estão em baixo. E uma gargalhada quando estão tristes.
O que mais quero com o meu blog é ajudar e inspirar quem está desse lado.
Mostrar que a coragem vence o medo, a energia a preguiça, o sorriso a lágrima.
O que é que eu posso querer mais?!
Tenho uns filhos de sonho cheios de saúde, um marido maravilhoso, tenho um teto, comida na mesa.
Só isso é tudo. Dou muito valor às pequenas coisas, talvez seja isso.
O segredo pode estar numa chávena de chá branquinha que aquece as minhas mãos depois de lavar a loiça, na sorte de agora ter uma lareira para me aninhar com o meu amor e ver 7 seasons de "Suits", ou quando espreito os meus filhos a dormir e esqueço o cansaço do dia.
Quando fiz este detox, sabia que não me estava a libertar só de toxinas.
As da comida. Sabia que, ao limparmos o nosso corpo, também limpamos a nossa mente.
Não quero parecer muito esotérica - que não sou - mas houve realmente uma transformação em mim.
 Isto porque andava a deixar que as ações [ou falta delas] dos outros tivessem muito peso em mim.
E isso é um erro.
Ou porque me fizeram mal, ou porque não estiveram lá, ou porque não vibraram como eu vibraria se fosse com eles...
Viver essas coisas negativas vai-nos trazer isso de volta. 
Então, foquei-me ainda com mais força no meu plano de ser feliz e tracei aquilo que nunca tinha posto em palavras.
E foi útil para fazer este post e lembrar-me sempre que o objetivo "aqui" é fazer alguém "daí" feliz.
Se vos for útil, aqui está a minha partilha.
10 formas que encontrei para ter uma vida feliz

1. Encontrar logo de manhã um motivo para sorrir
Os meus filhos, o cão, música, uma roupa bonita, uma maquilhagem que me saiu bem, Um duche quentinho, cantar. Escolher o caminho mais bonito para o trabalho. Ir a uma aula de dança bem cedinho. Andar a pé. É um rastilho para o resto do dia.
2. Ser sempre fiel a mim própria [mesmo que esteja fora do meu ambiente]
Se eu for igual a mim própria nunca terei de desempenhar um papel, nunca me irei sentir fora de água, nunca terei o coração aos saltos antes de falar em público, nem estarei nervosa entre gente que não conheço. Ponho o meu melhor sorriso e vamos para a frente.
3. Manter as expetativas baixas
O problema das desilusões está na questão das expetativas muito altas. Se mantivermos o futuro em aberto seremos sempre surpreendidas. Afinal não o conseguimos prever, para quê ficar a matutar nele?! Podemos sonhar, claro, e isso irá ajudar-nos a continuar. Mas expetativas tiram o prazer do aqui e agora. E, às vezes, são tão altas que as coisas sabem pela metade.
4. Esperar ou seguir caminho
Não vale a pena forçar e tentar resolver os problemas de imediato. Há coisas que levam o seu tempo. E será ele a resolver. Temos de fazer as pazes conosco, aceitar que não está nas nossas mãos e continuar. 
5. Construir um ambiente puro
Ter as pessoas que nos fazem bem por perto e as outras afastadas. Chega a uma altura em que percebemos que quem não nos quer, não nos faz falta. Fomentar as nossas amizades mais positivas e as que nos fazem realçar o melhor de nós.
6. Rodear-me de coisas bonitas
Não é gastar dinheiro, mas toda a gente gosta de se sentir bem no seu ambiente. Peças de valor sentimental, coisas que nos lembrem pessoas queridas, e outras ao nosso gosto. Uma manta e umas pantufas! Importante para o nosso bem estar emocional e para puxar o melhor de nós. 
7. Acreditar que vai dar certo 
Dar sempre prioridade ao lado positivo. Acreditar! Mudar. E saltar!
Não é saltar à maluca. É preparar o caminho para se saltar em segurança. E depois saltar.
8. Gostar de mim
Parece cliché mas não há nada mais verdadeiro. Maquilhar-me, vestir algo que adoro, sentir-me bem fisicamente. Tratar de mim é uma aposta onde todos ganham à minha volta. 
9.  Ser verdadeira [no matter what]
Dói, custa, mas tem de ser. Ser verdadeira não é ser mal educada ou bruta. Posso ser verdadeira simplesmente me fechando para essa pessoa ou situação. 
10. Não me consumir pelo mal, mas influenciar pelo bom.
O mau tende a ser mais forte. É preciso focar-me para seguir o caminho do bem.
Não dar azo a intrigas, a fofoquices, a invejas. Trocar por tudo o que é bom.
Já sabem que o mau atrai o mau, e o bom atrai o bom.
Que caminho escolhes?


Passatempo [flash] filme Coco, da Disney/Pixar

terça-feira, novembro 14, 2017
Rápido que temos pouco tempo!!!
A 23 de Novembro vai estrear em Portugal o filme Coco, da Disney e este blog fofinho vai oferecer convites para a antestreia do filme. 

Então tenho para vos oferecer:
·         5 convites duplos para Lisboa (antestreia dia 18 de novembro, 11h, no CC Colombo); 
·        5 convites duplos para Porto (antestreia dia 18 de novembro, 11h, no MarShopping).

Escrevam aqui no blog a frase Eu sou fã da Disney/Pixar até amanhã, 3ªfeira, às 24 horas, e o vosso email.
Boa sorte!!!

Quem se lembra do Sabichão?

segunda-feira, novembro 13, 2017



Tenho vindo a debater-me com o problema de quem trabalha a partir de casa: Tudo se mistura!
Faço a sopa enquanto envio emails, faço as camas enquanto faço chamadas de trabalho, dobro roupa enquanto espreito inspirações, edito fotos enquanto os miúdos veêm televisão, espreito e respondo a mensagens quando os ponho no banho... E um sem número de multitaskings inimigos do [nosso] bem estar.
Isto é uma trapalhada. Uma pessoa não está nem num sítio nem noutro.
Onde está o meu slowliving? E a minha atenção?
Agora tenho-me obrigado a uma regra que parece simples mas que as minhas obrigações nem sempre mo permitiam: quando eles chegam a casa eu sou deles uma hora seguida (pelo menos), sem distrações ou desculpas.
Também não vêem televisão ou brincam nos tablets. Nessa hora é como vivêssemos como antigamente quando não havia nada destas novas tecnologias e as famílias se juntavam em equipas.
Desenhamos, dançamos, conversamos e jogamos jogos.
Até por aí se vê a minha falha. Não há muitos jogos para fazermos em família cá em casa...
Mas este levou-me até à minha infância.
Lembram-se do Sabichão?
[E acreditam que ele tem 55 anos???]
Aproveitei para lhes contar como se vivia à data do nascimento do Sabichão, quando só havia rádio, não havia net, nem muito menos wifi. Quando as famílias se uniam para jogar e brincar.
Claro que adoraram. E adoraram, sobretudo, o tempo que lhes dediquei a minha total atenção. 
E não interessa se é pouco. O que importa mesmo é que o pouco que seja, seja pleno.

Este Sabichão é uma edição especial [comprem antes que esgote!!!] com informações estatísticas da Pordata, especialmente desenvolvida entre a Fundação Francisco Manuel Dos Santos (FFMS), a Pordata Kids e a Majora.
 Por cada jogo vendido a Fundação oferece 1 jogo aos Hospitais Públicos com internamento para crianças.

 Esta edição só está disponível aqui.
[O jogo do Sabichão foi-nos amavelmente cedido para o podermos experimentar].