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Preservativos parecem bombons para tramar as mães.

quinta-feira, dezembro 08, 2016
Consulta no hospital com a minha girl. Campanha de sensibilização para o teste da SIDA a decorrer.
Uma senhora num balcão oferecia algo e era ver minha filha a correr na sua direção fisgada numa fita encarnada que dizia algo como: "Fazer o teste é fácil, triste é viver na dúvida." e num pote transparente com o que ela julgou serem rebuçados. Mal-educadona (lol) enfia a mão, saca um bombom preservativo, pára, vê que não é, e arranca para a senhora com um:  O que é isto!? Senhora pálida responde: Isso tens de perguntar à tua mãe!
Sacana! Ela é que tem de explicar o que faz ali. Com um potezinho que não são rebuçados. Eu não tive formação para o tema. Grande amiga.
Bem, estava já a começar a pensar como me ia safar disto (afinal não lhe ia falar de preservativos antes de lhe explicar como se fazem bebés, não é?!) e algo aconteceu que a distraiu e não quis saber o que raio é aquilo que se parece com bombons e não é. Mas eu quero!! Fazem-nos passar por cada uma... ;)))

Á tabem filha limda

quinta-feira, dezembro 08, 2016

O que fica para trás.

quarta-feira, dezembro 07, 2016
Tenho fotografado muito pouco nada!!! desde que voltei a ser mãe.
Não foi um processo doloroso. É o que tem de ser. Ficam para trás umas coisas para não prejudicar outras. Na verdade, fiquei sem tempo. As fotos das amigas foram tiradas sempre com os filhos atrás de mim, a interromper para dar de mamar, para gerir uma birra.. Assim vou matando o bichinho. Nem os meus filhos tenho fotografado como quero. Dei por mim a olhar mais e a absorver mais do que a registar. Não tenho fotos do primeiro dia de creche da Pesseguinho porque estava estasiada a ver como reagia. Nem das fases todas porque fico apaixonada a vê-la superar-se. Não tenho fotos dos mais velhos porque há sempre um que não quer, que não está, ou que não está nem aí. [Ou que está tão sujo que nem vale a pena mostrar ahahah]. Não forço. Ou porque, simplesmente, não consegui carregar a máquina porque com carrinho, mochilas, casacos, pareço um burro de carga.
Não tenho grandes ajudas, nem dentro nem fora de casa. faço tudo o que faz uma mãe sem ajudas. Ou seja, tudo.
[Ressalva para a minha querida mãe que trabalha imenso e sempre que arranja um furo se desdobra para me vir ajudar. Coisa mais querida!]
Mais uma creche significou apertar mais as economias e meter a mão nas tarefas de casa, como tantas mães. MAs não estou mais infeliz por isso.
Também não tenho conseguido um furo para ir à ginástica. Tenho de me motivar a acordar mais cedo e a perceber que dois dias da semana ser o pai a levar à escola não me faz perder nada... [Isto sou eu aproveitar a redução de horário para amamentação depois de anos a entrar às 6h30 da manhã.]
Não tenho muitas imagens físicas, mas tenho muitas no coração. Está a ser o melhor dos tempos, depois de um ano turbulento.
Consegui (porque elas são as mais queridas e pacientes do mundo) fotografar as peças de Natal destas amigas de sempre. Entre filhos que me eram entregues ou levados para outras atividades, a bebé que me visitou e me apressou para o almoço, estive como sempre muito bem acompanhada.
Esta é uma das fotos da coleção de Natal que está mega. Podem espreitar mais aqui.
[Esta não é a minha pesseguinho. É a modelo. ;)]

Árvore em progresso.

segunda-feira, dezembro 05, 2016
Decidi este ano dar uma reforma à árvore de plástico e fazer a nossa própria.
(Ainda estou nesta fase. )
As decorações ainda estão algures num caixote por aí e tenho a baby doente por isso devo ser a última pessoa a preparar o Natal.
[É de mim ou este ano toda a gente se antecipou?!]
Vamos ver o que isto dá e se não se desmancha tudo antes de dia 25.
Depois mostro o resultado.
Beijooo

Bolas, já não me lembrava dos dentes.

domingo, dezembro 04, 2016

Siga para o terceiro. Baby Madalena está com a boca que parece um saco de pipocas no microondas.
Quase não dormiu (não dormimos) a noite passada e esta, parece, que vai pelo mesmo destino.
De manhã melhorou, mas a noite...
Cheia de farfalheira, toda entupida, parecia não conseguir engolir. Nem mamar queria. Só dizia: ai, ai, ai ...
Que dó!!!
Qualquer um dos meus filhos, quando adoece, dorme comigo. Abraço-os e melhoram muito mais rápido, posso dizer-vos. Acertamos temperaturas, respirações...
O amor e o calor de mãe (e pai) são sempre miraculosos.
Estou morta por ligar amanhã ao meu homeopata e prevenir já os próximos 17.
(Relembrei a estudar Estudo do Meio com a girl que são 20 dentes de leite.;)))