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A umas horas do paraíso ou do inferno.

segunda-feira, julho 24, 2017

Eu bem sei que isto é o pão nosso de cada dia, mas então é assim.
Eu disse-vos que cá em casa ia tudo mudar de escola certo?
Bebé numa e manos mais velhos noutra.
Ora que da bebé está tratado. E sexta soube que o Duarte entrou na que eu queria, ao lado de casa.
Passei o fim de semana em nervos porque como a Maria vai para o terceiro ano é uma transferência e, por isso, ainda não sei se entrou nesta escola... Sei que é mais difícil por ser a meio do ciclo.
O Duarte tinha boas probabilidades porque o retive no pré escolar o ano passado e este já é dos mais velhos a ir para o primeiro ano.
Ou seja, estou a pouco tempo de saber se a minha vida virou um paraíso ou um inferno com 3 filhos em 3 escolas diferentes.
Wish me luck!!!!!!!!

Os dias-da-mãe-que-eu-não-quero-ser.

sábado, julho 22, 2017
Quando me acontecem os dias-da-mãe-que-eu-não-quero-ser eu sei bem porque é. 
Normalmente, estou cansada, preocupada, ou estou com coisas a mais entre mãos ou na cabeça. 
Nesses dias é difícil ter controlo sobre todas as coisas. Sobre todas as emoções. Sobre todos os filhos. Sobre todas as tarefas. E parece que tudo se vira de pantanas.
Os mais velhos pegam-se mais, há (muito) mais asneiras, até a casa parece desarrumar-se mais depressa.
Eu podia ter 3 filhos calmos, podia. Ou dois. Ou até um. (Podia, mas não era a mesma coisa.) 
Quando dou por mim estou a ralhar há uma hora e meia sem parar, a repetir um discurso sem fim e, acima de tudo, sem audiência. 
Os dias-da-mãe-que-eu-não-quero-ser fazem parte de ser mãe mas não os devo aceitar. São os dias que acabam com um remorso qualquer porque inevitavelmente fui injusta ou falei demais.
E depois tenho insónias como esta. 
Porque os massacrei com o que devia ter sido e esse momento já era. 
Porque não dei a volta ao ambiente e porque me portei bem pior que eles.
E ensinei alguma coisa? Não! Devem estar os três a pensar: quando tiver filhos NUNCA vou ter dias-dos-pais-que-não-queremos-ser. (Sim, sim, fiem-se na virgem e não corram...)
Filhinhos do meu coração. Eu já fui essa que dizia que nunca iria dizer Não aos meus filhos e agora um Não até é do melhorzinho que faço por vocês.
A Baby Madalena estava com febre e não me largou o colo. Para além de acompanhar com uma sonoridade de endoidecer e qualquer ameaça de a pôr no chão os gritos eram mais que muitos.
A Maria vai acampar com as guias. Já é o quinto acampamento que faz e a mochila foi sempre preparada na véspera. Erro!
O Duarte não ouve uma palavra que lhe digo e só quando eu entro em modo a-mãe-que-eu-não-quero-ser é que percebe que da-mãe-que-eu-não-quero-ser já perdeu o tino. Too late!
Os dias-da-mãe-que-eu-não-quero-ser não vão acabar, eu sei. Mas podem melhorar. Até porque eu não me aguento nesses dias.


Antídoto contra dias-da-mãe-que-eu-não-quero-ser:
1. Respira (Mas respira mesmo. Fecha-te algures (ok no WC) e respira. Sai quando estiveres tonta de prazer (ou existir perigo de vida lá fora) e pronta a começar tudo de novo.
2 . Cala-te! Cala-te! Cala-te! Não entres naquele ralhar sem fim que já nem tu te consegues ouvir. Vai ver-te ao espelho (vai!) e percebe que estás ridícula. (Olha, não te está a aparecer aí uma verruga na ponta do nariz?!)
3. Vai apanhar ar. Sai, troca, passa ao outro e não ao mesmo. Rebenta a bolha. Grita a pedir ajuda. Diz a alguém que os teus filhos correm o risco de ficar surdos ou traumatizados para toda a vida.
4. "Floribela" o teu discurso (mais tarde) e encurta-o. Mas encurta mesmo. Já que não te podes calar. 
5. Não digas nada que te faça arrepender. Tipo ... nada. Não digas, nem escrevas. Nem corras o risco dos teus filhos te dizerem uma boa verdade, porque aí o teu papel pode ser posto em causa e teres de enfiar a viola no saco.
6. Não acuses, não ameaces que isto não é nenhuma série de direito da Fox Live. 
7. Abraça o Marcelo que há em ti. Muda lá esse mood e troca por beijos e abraços. 
8. Em vez de separares águas, mergulha. Isto está a acontecer porque estás a nadar sozinha. Ora tenta lá fazer natação sincronizada a ver se a dança não é outra...
9. Organiza-te. Abraça também as to do list e deixa para amanhã o que não podes fazer hoje.
10. Caga no multitasking. Essa cena acaba sempre com um prato partido, o telefone na retrete ou o verniz das unhas todo lixado porque não secou até ao fim.
(Dedicado ao meu dia de ontem que teve uma boa parte da-mãe-que-eu-não-quero-ser.)






Uma influencer {de amor}.

sexta-feira, julho 21, 2017
 

Eu sei que gosto de comunicar e sei que gosto de imagem. 
Juntando as duas coisas pode dar algo, dito hoje em dia, como Influencer.
Ora que uma destas pessoas não tira só fotos a olhar para o chão como se nada fosse [check!] e despacha uns textos sobre marca.
Uma blogger/influencier/o que quiserem (raios que profissão terei eu?!) tem de dar o corpo às balas.
Em primeiro lugar, [no meu caso] só comunicar o que uso, o que gosto, o que preciso. 
Bem ou o que acho que outros podem precisar, usar ou gostar.
Tem de ter um rumo, um foco e não se desviar. Tem de escolher ao que se associa e bater-se para manter a sua individualidade, imparcialidade, verdade. 
Tem de encontrar conteúdos, formas giras de passar a mensagem, de comunicar um produto, ou uma ideia.
E depois dar algo mais: a sua vida.
Um bocadinho dos filhos, do cão, da casa, do estilo, da forma de educar, de alimentar, um bocadinho dela própria, do seu corpo (não, não vou aparecer em fato de banho), da sua rotina e, no meu caso, uma vez por ano, (vá duas a contar com os anos de casamento) o marido.
É raro falar sobre ele aqui. Mas quando fez 40 anos achei que podia. 
(Não me matou, vá lá..)
Que ele faz parte da minha vida e o meu blog espelha a minha vida.
E fiquei surpreendida o quanto vale o amor. 
Afinal, o que "vende" mesmo é o amor!!! 
Talvez por acharem que ele era um fantasma, que não existia de verdade na minha vida, foi o post mais visitado do mês. 
(A série que não acreditavam???)
Nem o post das cadeirinhas de carro que achei que iria criar um buzz espezinhou o meu marido. E a Maizena, que estava deliciosa de verdade, também não lhe fez frente. 
Isto para vos dizer, que fiquei feliz por se interessarem por esta parte da minha vida.
Que o meu sentimento por ele não traduz, nem um bocadinho, a quantidade das partilhas que faço dele. 
E já que herdei agora este nome pomposo de Influencer (nem sei dizer esta coisa), que vos influencie a encontrar o amor, a fazerem um caminho lado a lado, a construirem uma vida a dois, e depois se der que venham crianças ( para pôr à prova isto tudo ;)).)
Talvez vos tenha privado desta minha paixão, mas com muita esperança, pode ser que aos 41 ele me deixe voltar a fazer aqui uma declaração de amor!





 

Maizena (do meu coração)

quinta-feira, julho 20, 2017
Eu sou das coisas antigas, boas e o mais naturais possíveis. 
Não sei se também sentem isto mas há uma que me está no coração. 
A Maizena.  Quem não cresceu com ela?
E continua.
Já acalmou a varicela dos meus filhos*, já fez bolos e outras receitas cá em casa e até já salvou cozinhados e sopas que me saíram demasiado líquidas. 
E se vos dissesse que é ótima para hidratar o cabelo, acreditavam?
Bem e o facto de ser 100% natural é o primeiro factor a conquistar o meu coração. Não tem glúten, nem açúcar, o que na altura de escolher para dar à família é a minha primeira escolha.
Por isso, aqui partilho este pequeno almoço que demora 5 minutos a preparar.
Podem escolher outras frutas e outros ingredientes. 
Ponham sempre uma casca de limão que dá aquele toque final perfeito.\
Espero que gostem!

Papa Maizena Socorro! Sou mãe...
(5 pessoas ou 4,5;))

Preparar a papa

12 c. sopa de Maizena
2 cháv. leite biológico
Panela, diluir, esperar.
Preparar o toping
Frutos vermelhos (Framboesas, mirtilos, ...)
Cacau Puff (opcional)
Sementes de sésamo
Mel
Raspa de limão

Espero que gostem!

* Duas colheres no banho dos varicelentos, hidrata e acalma a comichão.




Os vossos filhos estão em segurança no vosso carro?

quinta-feira, julho 20, 2017
Como pôr as cadeiras no carro? Em que posição deve ir cada um dos vossos filhos? Que normas devem ter as cadeiras?
Quis saber tudo isto, de forma clara e objetiva.
 Estou super feliz por ter feito este vídeo e espero que vos seja útil,
Para mim, a experiência foi, talvez, a mais importante que vivi por aqui.
Os meus filhos estavam todos colocados de forma errada no meu carro. 

Estou mesmo muito feliz por ter feito este vídeo.


Depois desta entrevista, sinto-me muito mais descansada (e um bocado pasmada por pensar que era super informada).
Espero que seja útil a todos, mães, pais, avós... 
Se quiserem partilhem com as pessoas que gostam.
A linha 100% bebé está disponível para tirar todas as vossas dúvidas, sejam clientes ou não.
Aqui fica o número 925 783 634
Obrigada pela preocupação com a segurança e por me terem posto a Maria, o Duarte e a Madalena bem instalados e seguros.