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Tribo #5 [um ano depois]

quarta-feira, abril 17, 2019
Amanhã está nas bancas a nossa número 5. 
(Acreditamos que a falta de gasolina não afete aa entregas.)
Uma Tribo dedicada aos Pais.
Deixo-vos a minha apresentação. Acho que vão amar.

"Também com três letrinhas apenas…

[Este editorial estava a ser escrito com pezinhos de lã, com receio das minorias, das maiorias, das feministas, dos machistas e por aí além… não quero! Quero fazer uma homenagem bem alta aos bons pais. Sem outras interpretações. Já que, nisto concordamos todos, não há beleza maior neste mundo que relações bonitas.]

Percebi, com a experiência de um ano de muitas “tribos”, que por muito que o que conte no nosso conceito seja a história, as mães ocupavam muito mais páginas. Talvez seja porque as encontro mais, porque partilham mais, porque falam (falamos) mais… 
Esse desequilíbrio natural fez-me pensar nos pais de hoje em dia. Não se trata de andar de fita métrica ou a contar as fraldas que mudaram, os biberões que deram, quantos quilómetros percorreram ou quantos trabalhos manuais para a escola ajudaram a fazer. Um pai não se mede pelas tarefas, embora, para ser justa, deva acrescentar que cada vez mais há pais a fazê-las, e não há nada mais inspirador do que isso. 
O que devemos mesmo valorizar e contabilizar é o amor que um pai tem para transmitir aos filhos. E isto, mesmo sabendo que há muitos pais. Há até não ser pai e ser um. Há pais emprestados que o são mais do que os verdadeiros. Há pais que cuidam, que são atentos, que mudam a sua vida pela família. Há pais que não se lembram de ir comprar o presente de anos mas que fazem os melhores ataques de cócegas. Há pais que não sabem cozinhar mas que são espetaculares a ler histórias. Há pais que não rebolam no chão com os filhos mas que estão sempre lá nos momentos importantes. 
Quando me pus a alinhar as histórias que queria trazer para esta edição achei que seria difícil encontrá-los. Não foi! Foi difícil, em alguns casos, combinar encontrarmo-nos, porque essa parte devem estar habituados a deixar para nós [estou a rir-me, calma].
E depois fiquei surpreendida e muito mais rica com as suas partilhas. Não estava à espera… Temos de dar mais voz aos pais, temos de dar mais espaço aos pais. Ainda bem que o meu marido não é ciumento, porque andei por aí durante uns meses a conversar com eles. E aqui estão eles. Cada um mais incrível do que o outro, à sua maneira, à sua velocidade e verdade.
Tenho, obviamente, de destacar o chefe de uma tribo incrível, Manuel Pinto Coelho. É pai do meu amigo Bernardo, uma das melhores e mais alegres pessoas que conheci até hoje. Também é um “re-pai” de 70 anos. Médico, sem tempo a perder, abriu-me a porta do seu consultório e depois a de casa, com o maior sorriso, já a saber que íamos falar de coisas difíceis. E falámos. Muito mais do que estava à espera. Mas conversámos sobre muitas coisas boas. Uma generosidade incrível. Obrigada!
Mais um agradecimento, desta vez ao chef Kiko que, pela primeira vez, acedeu mostrar a cara dos filhos. A Tribo tem esta magia especial de que aqui somos um bando de uma coisa maior. De amor. 
Poderíamos ter escolhido um pai famoso ou uma história dramática para capa, para vendermos mais, mas esse não é o nosso caminho. E por isso, esta edição conta com uma história simples de um pescador e da relação que anda a criar com a filha, com o mar como pano de fundo. Foi das histórias de que mais gostei e, para mim, o bonito disto é perceber como a  vida comum das pessoas pode ser uma enorme inspiração. 
E acreditam que há um grupo de mães do Facebook que aceitou um pai como membro? Acho que vão adorar ler esta relação improvável de entreajuda entre pares.
Para cá trouxe também o meu pai, e os meus filhos fizeram um presente ao pai deles, em jeito de agradecimento. E a nossa equipa tem dois pais. Isto também é para eles.
Tudo isto para dizer que, para os filhos, podemos não ter os mesmos papéis, ou até ter papéis exatamente iguais. Não interessa. O que lhes deixamos, as memórias que criamos, é que têm de ser especiais, independentemente do género. Vá-se lá saber se será por esse motivo que  Pai e Mãe se escrevem com o mesmo número de letras.

Beijinhos à vossa Tribo,
Rita"

Como adapto as festas às minhas escolhas de alimentação.

segunda-feira, abril 15, 2019
Quis fazer este post porque muita gente me pergunta como faço para comer fora de casa quando não Não sou nada fundamentalista e se tiver de comer, como, mas ja percebi que há sempre volta a dar. 
Os dias de festa são uma prova de fogo porque, obviamente, não somos sempre nós a fazer as escolhas e depois não vamos ser mal-educadas. 
Deixei de comer carne no verão e nunca mais me apeteceu. Dizem que é o que acontece. Uma vez que se deixa é difícil voltar. Sentimos pesado. Agora já nem o cheiro me apetece. (Mas faço para os miíudos ainda que em menor quantidade e melhor qualidade.)
Se houver um almoço só de carne não faço um escândalo. Tento dar a volta e até já comi para não dar nas vistas ou não ser mal educada com alguém que esteve feliz a cozinhar para mim. 
 Para não se comer carne temos de compensar com outras coisas. Em casa troco sempre por leguminosas, tofu, e muitos legumes. Mas não é a falta numa refeição que nos vai matar.
Normalmente há sempre legumes em casa dos portugueses para acompanhar, ao que eu faço de refeição principal. Também opto por massas e arroz integrais mas quando não há como normal. E depois há fruta. Também não como chocolate de leite porque me habituei ao preto e agora acho o outro muito doce.
E não, não tenho fome. Para se morrer à fome dizem que são precisos mais de 40 dias, por isso, tudo tranquilo.
Para os miúdos, compro o que eles gostam para a mítica caça aos ovos.
Trouxe do Lidl Coelhinhos, Ovos de Chocolate e Amêndoas da marca Favorina (há de chocolate preto!!!).
Também trouxe o Folar de Páscoa com Ovo para levar para oferecer onde vou no almoço que é maravilhoso e só custa 2,49€.
Fiquei feliz porque esta marca e a Deluxe têm a certificação UTZ e Fairtrade Cocoa Program.
Partilhem lá o que comem na vossa Páscoa e o que fazem como vos servem o que normalmente não comem.
Mil beijos
Para que fiquem a saber da próxima vez que forem às compras a UTZ, é específica para café, cacau e chá, introduz os produtores em boas práticas agrárias e demonstra como podem cultivar de forma mais profissional, com mais qualidade, maior rendimento e mais sustentabilidade.
O Fairtrade Cocoa Program oferece aos produtores de cacau uma oportunidade adicional de venderem quotas superiores das suas colheitas sob determinadas condições.




Mães, vocês dormem bem?

sábado, março 30, 2019
É que estou aqui preocupada com as minhas queridas seguidoras, ok?
Bom dia para vocês. Como é que dormiram hoje?

Sabem que quando deixei o meu trabalho por turnos estive ainda uns tempos a acertar o sono. Se havia algum barulho entre as 4/5 da manhã, hora em que me levantava para ir para a a SIC, já não adormecia...
Bem, era mesmo horrível. Acabava na sala porque o meu marido sentia aquela tensão.  
Foram momentos duros. Depois ficava rabujenta, andava a cair de sono, fora as implicações que isto tem na nossa saúde. Dizem que cada rotina do sono provoca impacto mim orgão nosso, sabiam? 
Não sei explicar muito bem mas imaginem se dormem pouco é um orgão, se se deitam tarde outro, se são insónias outro... E por aí além. 
Dizem que o sono é talvez mais importante que a alimentação e o exercício físico, imaginem...
Como sabem fui embaixadora da campanha solidária de Natal do Lidl, que apoiou a Associação Nuvem Vitória e que teve a maravilhosa missão de contar histórias para adormecer a crianças hospitalizadas. Mas (felizmente!!!) não foi só no Natal, como é costume nas campanhas desta quadra.
Até hoje continuam a acontecer iniciativas em relação ao sono.
Por exemplo, a Nuvem Vitória chegou este mês à pediatria do Hospital de Braga - uma das 10 instituições, entre hospitais e IPSS, de norte a sul do país, que beneficiarão da campanha de solidariedade social ativa em dezembro passado. E vocês, e toda gente, também podem encontrar ajuda para este tema na plataforma digital www.querodormir.pt.
Sei que as mães e os pais devem sempre muitas horas à cama e isso acaba por trazer algumas consequências. Para além de uma família saudável e feliz, é importante conhecermos algumas dicas para estabelecermos algumas rotinas em nossa casa..
Amoooo esta campanha por também ter reavivado a tradição de contar histórias para adormecer, e de mostrar o seu papel em estreitar laços emocionais e afetivos e favorecer um melhor ambiente familiar. 
Passem por lá para todos aí em casa passarem a dormir que nem anjinhos. ;)

Não fui feita para dona de casa (mas que remédio)

quarta-feira, março 27, 2019
Podia dizer-vos que amo as tarefas de casa e que sou super prendada. Nada. Ando sempre a correr e faço tudo a despachar.
Saí de casa da minha mãe, ela sim incrível nesta área, com 24 anos. Sempre fui super independente e mais do que isso gosto de me desafiar. E, por isso, o conforto de casa dos pais deixava-se sempre com a sensação de uma zona de conforto que me limitava. Custou-me imenso sair mas já trabalhava na SIC, tinha horários malucos, e tinha chegado a hora. Chorei imenso e a minha mãe diz que até hoje lhe custa porque eu estava sempre feliz a espalhar estupidez (e roupa) pela casa. ;)
Por falar em roupa... Devia ter aprendido mais com ela nessa fase..
 A loucura acontece na vida de uma pessoa quando somos 5 e a roupa parece não ter fim. Também vos acontece??? (Não dá para andarmos nus outra vez?)
Eu fazia mil coisas mal em relação à roupa.
Entretanto, várias marcas juntaram-se para uma inciativa que eu adorei e que aprendi muito. Quando recebi este kit e me explicaram o porquê de algumas situações percebi que tinha de mudar algumas coisas. Por exemplo: uma máquina suja não vai lavar bem. Por isso, antes de lavar a roupa temos de lavar a máquina. Simples! É muito importante usar o detergente certo para determinada roupa. Se usarmos tira-nódoas prévio podemos não ter de lavar duas vezes, que era o que me acontecia muitas vezes. Mas espreitem aqui que vão conhecer muitas dicas úteis.
Têm mais para a troca? Quantos mais melhor que este é o meu calcanhar de Aquiles. ;)

 5 passos para uma roupa perfeita
Limpeza e proteção da máquina da roupa
Detergentes para a roupa
Tira nódoas
Amaciador e proteção da roupa
Tratamento da roupa após lavagem

A melhor App de 2018

segunda-feira, março 18, 2019
Esqueci-me da carteira. Estava a ficar sem gasóleo e ninguém me podia ajudar naquela altura. Vai que  me lembrei que tinha MB WAY. E tinha de ir ao supermercado e à farmácia. Não só, nesse dia, paguei coisas, como levantei dinheiro, fiz transferências imediatas e não chateei ninguém.
No outro dia disse às minhas seguidoras que queira comprar algo na net, mas que só o meu marido tem cartão de crédito e então teria de esperar por ele. Vai que elas, sempre à frente, me ensinaram que com MB WAY conseguimos para fazer cartões de crédito provisórios com a quantia que queremos usar, o que me pareceu de uma segurança incrível, não só pelos hackers como nos controlamos com o que vamos gastar e nos obriga a pensar antes de pagarmos. 
Resolvi fazer este post porque realmente foi algo que fez diferença nos meus dias. E até porque não tem quaisquer custos de adesão e/ou carregamentos. 
Até para quem já tem adolescentes é bom porque eles podem levantar dinheiro em caso de aflição. É só irem ao Multibanco com um código que o nosso MB WAY gera para esse efeito.
O LIDL também passou a ter disponível esta opção de pagamento e, por isso, se agora me esquecer da carteira em casa já não é um drama e a minha vida segue naturalmente. 
Pequenas coisas que descomplicam a nossa vida. Espero que tenha sido útil.