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Fiz a revisão do meu ano passado. E aprendi muito mais com o mau.

terça-feira, janeiro 15, 2019
O meu marido, sempre muito à frente, traz-me sempre os conceitos e as pessoas mais interessantes e que ainda não se fala cá. A sério. Alguém cace este homem (com calma e respeito;))) que ele sabe o que vai virar tendência antes da hora. ;) 
Foi ele quem me deu a conhecer há alguns anos a Marie Kondo (ainda nem havia os livros cá) e também me mostrou o Tim Ferriss. 
Quis muito partilhar esta lista dele porque adorei e acho que é mesmo como devemos encarar o que queremos trazer para a nossa vida nos próximos 365 350 dias.
A ideia é muito gira e mostra-nos que devemos esquecer futuras resoluções, mas antes fazer uma revisão do ano que passou.
Para mim teve coisas muito boas e outras menos boas e que não quero repetir. A maior lição do ano passado é que não devo misturar casa, trabalho e lazer. Essa foi o problema que passou a ser uma regra para ficar. Preciso de saber dividir as áreas da minha vida para ter paz e ser feliz. A segunda foi ser mais organizada e assertiva nas minhas decisões, confiar no meu instinto e pôr sempre tudo por escrito.
Outra coisa a reter foi que simplificar a minha casa me traz muitos benefícios. De tempo, de stress, de estado de espírito. Por isso, destralhar é obrigatório para sempre. Obviamente, consumir o essencial, o que me traz alegria e o que me ajuda nos meus dias é a condição. 
Depois pessoas. Estar mais com quem me quer bem, dar mais a quem me dá. Como uma escala. Não é dar para receber. É apenas uma melhor gestão de esforço e expectativas. 
Fiz a lista e estou a postos para a aplicar. 
Se quiserem aqui vai, já traduzidinho para que não tenham trabalho:


Esqueçam as resoluções de ano novo e façam uma "revisão do ano passado"
 por Tim Ferriss

1. Peguem num bloco de notas e criem duas colunas: POSITIVO e NEGATIVO.

2. Percorram o calendário a partir do ano passado, passando por todas as semanas. 
3. Para cada semana, anotem no bloco todas as pessoas e atividades que provocaram um pico positivo ou negativo esse mês. Ponham-nas na respetiva coluna. 
4. Depois de percorrerem todo o ano passado, vejam lista e perguntem "Quais 20% de cada coluna produziram os picos mais confiáveis ​​ou poderosos?"
5. Com base nas respostas, peguem nos vencedores "positivos" e agendem mais destes em 2018. Coloquem-nos no calendário agora! Reservem coisas com amigos e preparem tudo antecipadamente! Esse é o primeiro passo. 
O segundo passo é pegarem nos vencedores “negativos, colocar no topo da “NOT TO DO LIST” e porem esta lista num lugar onde possam vê-la todas as manhãs nas primeiras semanas de 2018. Essas são as pessoas e coisas que os fazem sentir miseráveis, por isso não os coloquem no vosso calendário por obrigação, culpa, FOMO (Fear of Missing Out) ou outras tolices.

E lembrem-se: não é suficiente remover o negativo. Isso simplesmente cria um vazio. Obter as coisas positivas no calendário o mais rápido possível, para que não fique lotado com parvoíces e ruído que, caso contrário, preencherão os vossos dias. Boa sorte!


















Já começaram o vosso 2019? Eu já!

terça-feira, janeiro 15, 2019
Bem sei que ainda agora começámos mas vim cá ver se estão a trabalhar para que o vosso ano seja bom...  Que caminho estão a preparar? Quantas das vossas resoluções já cumpriram?
Deixar para amanhã o que se pode fazer hoje já me pareceu pior do que agora. às vezes é bom refletir. Mas não vamos deixar esquecidas as nossas intenções. 
Olhem... eu já me inscrevi no ginásio e já fui uma vez. ;) Também já marquei almoço com uma amiga que não estava há séculos. Comprei uma máquina nova. E estou a traçar os meus planos profissionais e fazer new Business. 
Quem está a querer mudar/acertar rumo é importante sentar-se e traçar objectivos. 
É como a campanha do Lidl #comecehoje que adorei e que me fez querer logo começar a trazer coisas boas para os meus dias. Está genial, muito bem feita e inspiradora. Por exemplo, têm imensa roupa de desporto gira e barata para nos incentivar a começar (ou continuar), têm soluções para cozinhar de forma saudável, a vapor, vegetariana, etc, outras para pouparmos, para nos focarmos e organizarmos... Eu que venho da publicidade adoro ver marcas a criarem a sua personalidade e que, para além de venderem, também querem inspirar. Amei!
Comecem lá com o pé direito e continuem sim? Vejam pequenas mudanças saudáveis, felizes e cheias de saúde que podem fazer  em www.lidl.pt

Trabalho, prints (e um passatempo maravilhoso)

quinta-feira, janeiro 10, 2019
Adoro passear na net (mais no pinterest e etsy) a inspirar-me em coisas bonitas.
Tenho a mania dos manifestos, quotes, calendários, to do lists... Sou frenética a este ponto. ;)
Mas realmente estas pequenas coisas dão-me vontade de fazer bonito. 
Uma das novas preocupações que tive de pensar quando comecei a trabalhar por contra própria foi o equipamento que precisava para a desempenhar com paz, segurança e confiança. 
Para fotografar, escrever, editar, imprimir preciso de várias coisas. Para não falar da contabilidade e burocracia que tive de passar a lidar. 
Também os miúdos me pedem algumas coisas para a escola e atividades e prefiro ter tudo ali à mão de semear. Começou-me a irritar estar sempre a ter de ir fora para tratar disto, então agora acho que já sou autosuficiente nesta matéria. 
Adoro imprimir fotos, escritos da net e desenhos para os miúdos pintarem, mas chateava-me o quanto se gasta em tinteiros. 
Quando descobri a EcoTank da Epson fiquei conquistada e não descansei enquanto não vos arranjasse uma ;)... Já lá vamos. Acho que vão adorar. 
Esta EcoTank sem tinteiros inclui o equivalente a 88 tinteiros. Conta com um sistema avançado de enchimento de tinta e novas garrafas para reabastecimentos sem complicações.  Permite poupar em média 90% nos custos da tinta. Oferece um custo por página ultrarreduzido e produz 14.000 páginas a preto e 5200 a cores com a tinta incluída.Tem um ecrã LCD de 3,7 cm, uma entrada para cartão SD e impressão frente e verso e min da inclui uma garrafa de tinta preta adicional.
Vão ao meu Instagram saber como podem ter esta parceira linda em casa. @ritaferroalvim

Meia fralda é que não.

quarta-feira, janeiro 09, 2019
Baby Madalena (já não tão baby) tinha tirado as fraldas. Talvez de ver os irmãos mais velhos queria ir  ao wc como gente grande. Durante um tempo correu bem, mas depois descambou.
Fiz a tentativa de aguentar mas já não podia com xixis por todo o lado. Amava fazer na cadeirinha do carro, era mesmo o seu sítio preferido. Deixava-a na escola e depois tinha de andar com aquele cheirete o dia todo até chegar a casa. Enfim, não foram bons tempos. 
Vai que pus um basta, fiz as pazes com a derrota, e voltei a pôr a menina de fraldeca.
A nossa relação tem estado melhor e o cesto da roupa suja diminui.
Usamos sempre tree oil (até já adoro o cheiro imaginem) e nos têxteis uso Moskout, que adoro.
Que isto uma pessoa tem de se poupar. É que já basta o tratamento aos piolhos para endoidecer uma mãe.
O mais provável é que haja muita gente a não fazer tratamento. Sinceramente, percebo. Acho que podia fazer uma viagem com i+o dinheiro que já se gastou. Mas assim isto não tem fim. Senhores que fabricam estas coisas, não há nada que os elimine de uma vez por todas?


Onde me podem encontrar depois do caos?

segunda-feira, janeiro 07, 2019
Em alturas de loucura, como foram os últimos meses do ano, a minha casa passa para último plano. (E ainda assim nunca paro de arrumar...) 
Mas assim que chega uma fase mais calma, não há vez que não me transforme numa frenética das arrumações. Aliás, o meu marido diz que a fase começa ainda no meio do caos. Tem lógica, sou eu a querer parar a confusão, recuperar a minha vida e encarrilar outra vez. 
Mas é tão certo como o relógio. Não é nada que programe, é só uma necessidade de ter controlo na minha vida. Para eu estar bem, o que está à minha volta precisa de estar harmonioso, inspirador. 
Adoro estar em casa, mas só se ela estiver arrumada. Se estiver de pantanas, odeio mesmo. Não consigo passar lá nem um minuto tranquila. 
Sem o tempo que desejava para ela este ano, vi muita coisa acumular que não desejava. A nossa casa não é gigante e tudo tem de ter o seu sítio. 
Nos quartos dos miúdos, no meu, a falta de armários e de sítios onde arrumar, coisas em excesso, a Madalena ainda entre dois quartos porque, dependendo dos dias, escolhia a cama de grades, ou a cama de crescida. Os meus filhos, na verdade, não ajudam muito. (Até pelo contrário) Tenho de andar muito em cima porque são acumuladores.  Tudo isto fez juntar a confusão e o movimento destralhar, que tanto defendo, estava descontrolado.
Pois que as férias de Natal deram-me tempo para voltar à ação. Dei muita coisa, deitei fora o que estava estragado, o que já não se usava... E deixei o que, aprendi com a Marie Kondo (já viram a série no Netflix?) me faz feliz. 
Serve também para arrumar a minha cabeça, para ver rumos a tomar, o que vou fazer deste meio ano para que seja rico, simples e com retorno. Pode parecer que não mas tudo isto está ligado. E um ambiente são é meio caminho andado para que sejamos mais organizados e valorizemos o nosso tempo. 
Este macrame da Tex foi o meu presente de Natal para mim e meu marido, com um pau que apanhámos perto do Guincho, a praia onde nos conhecemos e perto de nossa casa. As argolas são da Madeira Maria e cada um tem uma. Com a minha nova planta gigante são agora as meninas dos meus olhos, que me fazem sentir bem em casa (e às vezes nem me deixam de cá sair).