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Moustache Lisbon

terça-feira, agosto 28, 2012

Ainda não estou em mim...


com o carteirista ter assaltado o senhor da Troika.


No fundo, foi um crime levezito que fez justiça a um país inteiro...


E quem não deu um sorrisinho maroto depois de ler a notícia?!


Granda bigode!



Mas destas há muitas por cá...


Já assistimos a um ministro a fazer corninhos,

ao pai da Fanny

e àquelas histórias de «Portugal no seu melhor»

como postes no meio de autoestradas,

pontes sem saída

e até os famosos Encontros Anuais dos Bigodes,

que se não me engano,

são junto com os dos charutos. 

Para mim, a mais recente foi a pílula deixar de ser comparticipada

 depois de se aprovar a lei do aborto.
Não vou entrar por aqui porque cada um sabe de si mas,

meus amigos, estamos em Portugal!!!


Estão a gozar?! É a mesma coisa que o subsídio de desemprego

ainda compensar mais que o trabalho.

Ah, sim! Vamos deixar de estar de papo para o ar na praia,

a rolar na areia e a ver corpos desnudos

para nos enfiarmos num escritório,

sem vista, sabe-se lá em que condições, longe da vocação,

e ainda trazermos menos dinheiro para casa.

Granda bigode!


A verdade está aí com números reais:

O nosso país não estava preparado para lidar com o aborto.

Ou pelo menos da forma como está legislado.

Já muitos tentaram dizê-lo

mas ainda falta o Governo fazer as contas.

Há muitos objectores de consciência no público,

as pessoas são reencaminhadas para o privado,

uma, duas, três e até quatro vezes. (sim, 4 vezes!)

Com quem a pagar?!

Ora que se não sairia mais barato pagar pela prevenção

do que pela "solução"?!

Granda bigode!


Outra, não continuam a receber propostas de empréstimos

como se estivéssemos a viver à grande?!

Mas temos mais... Vamos cá ver...

Gosto muito daquelas críticas que se dizem construtivas

mas que, no fundo, são só servem para destruir.

Só que como antes se disse que eram construtivas,

não podemos levar a mal...

Tipo: Ah mas eu disse que era construtiva...

E a verdade é que espezinham à sua vontade

com este álibi perfeito.

E a inveja da boa?!

Isto - continuo a bater o pé - não existe!

Inveja da boa já levou muita gente direitinha para o inferno.

É como a letra d'«Os maridos das outras...»  e não se aplica só a maridos...

Amo o nosso país

mas cá moram situações caricatas.

Há coisas giras, sim senhor,

mas também há grandes bigodes!


Agora se querem os verdadeiros 

é só espreitarem aqui! 

;)

 

4 comentários:

  1. Rita Gonçalves dos Santos28 de agosto de 2012 às 23:51

    Rita, AMEI este post :) MARAVILHOSO!

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  2. Grande post!
    Tens jeito para publicitária! hehehe
    beijocas

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  3. Adorei o post! Fica a faltar um sobre "buços" :-)
    Bjs

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  4. Olá Rita

    Eu vivo em Madrid e sinto-me mesmo orgulhosa por ser portuguesa em muitos sentidos. Aproveito cada oportunidade para dizer que sou portuguesa: se vou ao supermercado, peço por bacalhau português (no ECI pois nao conheço mais nenhum sítio), se no restaurante/loja nao me percebem, explico, a rir, que têm de ter paciência porque sou portuguesa.
    Mas também sou crítica "construtiva" (LOL) porque me recuso a dizer que sim a tudo o que está mal.
    Custa-me o aborto como soluçao final e nao como uma medida de recurso em situaçoes que so as famílias sabem; custa-me ter descontado para um Governo que nao soube gerir as coisas e agora os portugueses que paguem a fava; que seja melhor viver de subsídios que do trabalho do dia-a-dia; que seja uma "óptima prestação" um 9º lugar nos Jogos Olímpicos com todas as desculpas que se dão aos atletas (que fizeram ÓPTIMAS tentativas e deram, com certeza, o seu melhor mas NÃO FORAM ÓPTIMOS. Óptimo é ficar no pódio. Nunca levei um elogio de ninguém por ter sido menos que muito bom, "pelo menos").
    Acho que devemos ter MUITO orgulho no país que temos e nos maravilhosos cidadãos do mundo que somos. Em Espanha só tenho ouvido elogios, fora as brincadeiras que fazem connosco :) Mas por exemplo aqui as pessoas não se calam. Até pode não dar em nada mas sinto uns cidadãos muitos mais interventivos.
    Ademais, custa-me imenso ouvir as pessoas a falar e a dizer "construtivamente" mal de tudo mas nem sequer foram votar quando deveriam.
    Mas, VAYA, vamos lá com força! Ter esperança e fazer a nossa parte: por nós e pelos portugueses.
    EU ADORO SER PORTUGUESA!

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