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O que as mães querem de uma creche!

quarta-feira, agosto 07, 2013
Escolher uma creche é como experimentar o vestido de noiva, ou entrar na nossa futura casa pela primeira vez. É aquela sensação de "aqui vou ser feliz!!!"
Deve ser uma escolha pensada, ponderada, mas tem muito de feeling.
Antes de optarem por uma, reflitam bem o que esperam dela.
A confiança está fora da tabela porque nem deve ser posta em causa.
A partir daí, estabeleçam a vossa lista, batam à porta, cusquem tudo e dêem notas.
Visitem, espreitem e - como diz uma mãe - reparem se há ranhos no nariz, gargalhadas, casas de banho sujas, etc...
Uma questão - grave - que não está aqui contemplada é a oferta. Será motivo para mais posts se assim o desejarem.
Acho que poderiam pagar-me muito bem por este estudo, mas vá lá... vocês não têm preço e estou muito contente com esta pesquisa.
Pedi-vos para ordenar por ordem de importância o que privilegiavam na escolha de uma escola
(só pré-escolar!) Vocês, fofinhas, acederam ao meu pedido e é este o resultado!
  1.  Amor (I'm soooo happy!!!) 
  2. Educação/Formação
  3. Referências
  4. Localização
  5. Atenção individualizada
  6. Instalações
  7. Contacto com a natureza
  8. Valores de solidariedade
  9. Preço 
  10. Ranking
Conclusões:
Sem surpresas de maior: O ranking! 
Ninguém, nestas idades, lhe dá muita importância. Antes dão mais valor às referências, experiência de amigos/família, e isso, sim ocupa o 3º lugar da tabela. 
A educação vem em segundo lugar. A única coisa a salientar é que muitas vezes levou a pior nota, ou seja, muitas mães - penso eu - que o que querem dizer com isto é que a educação é mais importante em casa que na escola, já que estas mães deram a melhor nota ao amor! - Se nao for isto apitem! - 
O mesmo se passou com a atenção individualizada que recebeu, às vezes, a segunda pior nota. Ou seja, algumas mães sabem que não vão encontrar, ou não esperam encontrar, um cuidado individualizado para com o seu filho. (Também gostava de debater isto convosco...)
A natureza e a solidariedade também dividiram opiniões. Umas mães acham imprescindível. Outras, não mesmo. 
O preço foi o que mais surpreendeu. Pensei que ficasse no topo da tabela. Talvez por se assemelharem muito os preços das creches e não haver opções. A verdade é que vem cá para baixo, acima da tal coisa que ninguém quer saber. ;)
Espero que seja útil e se puderem explicar a questão do preço era ótimo... 
É que as creches ainda vão pensar que são baratas e subir por aí acima...;)


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4 comentários:

  1. Rita, a minha opinião sobre o preço é a seguinte: eu acho que o preço não é um concorrente leal nesta lista, porque os pais (a maioria) escolhe a melhor escola para os seus filhos e se gostar dela, paga aquilo que tiver que ser. O preço não é uma escolha, é um limitador. As pessoas pagam aquilo que podem. Se um pai pode pagar aquela escola que escolheu vai fazer os sacrifícios necessários para tal. Mas, a realidade é que muitas vezes simplesmente não temos o valor que pedem, e que remédio ir procurar algo que, dentro daquilo que precisamos, podemos pagar. Porque na verdade não há preço para tomarem bem conta dos nossos filhos. O que quero dizer é que por exemplo, com outros bem materiais, mesmo que tenha dinheiro eu não dou mais do "X" euros por determinadas coisas, estabeleço uma espécie de limite para objectos de utilidade diária. Mesmo que possa comprá-los parece-me pouco razoável e por isso escolho outro que faça o mesmo por menos, já para uma escola pago aquilo que puder, mesmo que isso signifique ficar com pouca margem para outras coisas. Portanto tem o seu valor na escolha da escola mas não por não querer mais mais do que uma determinada quantia por aquele serviço mas sim porque é o nosso "plafond".

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  2. Rita, gostei muito do post. Este ano tive que escolher uma nova escola para o meu filho. Quando foi para escolher a creche, foi relativamente fácil, pois a escolhida era de confiança, boa qualidade técnica e relacional e próxima de casa. Desta vez, a coisa foi mais dificil. Posso dizer que a nossa escolha se pautou pelos critérios: qualidade pedagógica, relacionamento/atenção às crianças (nomeadamente, tendo em conta os recursos humanos e horários por cada sala), actividades lúdicas e desportivas disponiveis, tempos de encerramento, horário de funcionamento e horário da educadora da sala e valor mensal.

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  3. Rita:
    O preço limite que tínhamos para as despesas de infantário era +/-350€ (preço médio pedido em 3/4 opções que tínhamos)

    Quando foi altura de escolher a escolinha, fomos a várias pertinho de casa, menos de 1,5 KM (tanto da nossa como da dos avós), mas quando eu vi aquela que foi durante 2 anos a 2ª casa do meu filho, foi amor à 1ª vista.

    Não nos importamos dos 10 km de distância (40km/dia),mas era aquilo que desejávamos; as freiras são uns amores, rígidas quando tem de ser e carinhosas ao mesmo tempo, tanto que o rapaz passados 2 anos de ter saído de lá, ainda vai para lá nas férias e quando há as festinhas...

    O espaço interior tinha o que podíamos desejar, a comida era feita pelas próprias freiras, com carne/peixe de 1ª (por acaso conheço o fernecedor!...

    Já o exterior era do outro mundo... terreno relvado com arvores a lembrar os piqueniques; uma área com escorregas, baloiços e afins... e um campo de jogos (futebol, basquete,...), e ainda, um terreno para cultivo, onde as frieras tiravam os legumes e fruta, e quando chegava a primavera era o delírio dos pequenos (todos a mexer na terra...)

    E no fim ficou mais barato do que as creches que ficam na cidade!

    bj,
    Marta Cruz

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  4. Há 4 meses atrás (tinha a Maria 4 meses), andei em pânico a escolher infantários.
    A zona onde vivo é um pouco limitada, há 3 infantários IPSS, dois deles muito bons, mas sempre lotados.
    Existem além disso 2 privados, um deles acessível, o outro posto de parte porque era muito... $$$...!
    Quando fui visitar o 1º, dei de caras com os meninos da sala 1-2 anos, em volta de uma mesa redonda, um prato, 1 colher e todos a comer ali, assim... Fiquei estúpida! Não é só a falta de higiene, é a falta de regras, a falta de controle, a falta de tanta coisa, nem consegui ver mais.
    Está há quase 4 meses no colégio (eu que sempre achei que colégios é coisa de betinhos), nem sei explicar o amor que sinto pelo espaço maravilhoso e por toda a equipa. Mas só o facto de todas as manhãs a percorrer os corredores com ela ao colo, a minha filha começar aos pulinhos de alegria, esticar os braços e fazer sons de contentamento até chegar ao berçário diz-me tudo! (e sim, estamos com uma conta bancária todos os meses mais leve, mas quando decidimos que queríamos um filho, foi sempre com a certeza de que lhe iríamos dar tudo o que de melhor lhe podemos dar; e isto ainda lhe podemos dar!)

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