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De nós.

segunda-feira, novembro 27, 2017
Este fim de semana tive mini sessões de Natal na Terra do Sempre.
 À imagem deste espaço, o espírito é para ser de família, descontraído e muito devagar.
E poder conciliar trabalho e os meus é sem dúvida a maior benção.
Rumei com os meus três filhos [o Buddy tinha um compromisso;)] sozinha para Grândola. O meu marido iria lá ter no dia seguinte. 
E tudo foi fácil. 
Percebo que estão crescidos quando os vejo de forma intermitente durante um fim de semana inteiro de amigos.Voltam por uma qualquer briga ou para algo que só eu [felizmente] posso fazer por eles. Resta-me a bebé que [ainda] me quer sempre por perto. É um misto de orgulho e tristeza. Mas na mesma um consolo por serem miúdos felizes, autónomos e seguros.
O Duarte andou dois dias descalços pelos campos, tal qual um Tom Sawyer, e a Maria adaptou-se às idades das crianças por ali. Às vezes, mais novas outras quase adolescentes. E gosto de ver isso. Mesmo sem encontrar ninguém de 8 anos, mantém amizades sem preconceitos.
Já a baby Madalena, é uma bebé tão portátil que muitas vezes me esqueço da sua idade. Come como os crescidos, dorme certo e até aos manos fazerem barulho. Não chora. Não se chateia. E arranja sempre uma forma de se entreter. Uma verdadeira companheira que nunca me custa, que nunca me pesa [apesar do peso]. E que, talvez por isso, nunca a consiga deixar para trás.
Miúdos por Castelos nas nuvens e ténis prateados com luzes Skechers







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