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A questão da energia (não a das mães que essa não acaba)

quinta-feira, outubro 04, 2018

Uma coisa que me tira do sério é fazer gastos desnecessários. Odeio ver torneiras a correr, luzes acesas, quando não é necessário. Neste campo sou a mãe mais chata que há. 
A luz da casa de banho deles é o meu grande pesadelo. 
Se fizermos contas ao ano, percebemos que é na energia que gastamos uma grande parte do nosso orçamento. Uma loucura. Para além de não ser bom para o planeta, também não é nada bom para a nossa carteira. A boa notícia é que é na energia conseguimos poupar mais do que em qualquer outra despesa fixa. 
Nos próximos tempos vão ouvir-me (ou ler-me) a falar sobre este tema. Há assuntos que eu acho que tenho a responsabilidade de trazer para aqui. E sei que posso fazer a diferença em vossa casa e para mim isso é o que me move. Espero que isto vos seja útil como tem sido para mim. 
Assim, em termos práticos, podem visitar no Porto de 4 a 8 de outubro, (com os vossos filhos, que vão amar) a casa interativa da iniciativa da Comissão Europeia - Gaste menos em energia.
Vão poder usar uma parede interativa, falar com os especialistas de energia (e até ganharem brindes!) Eu já fui conhecer e adorei! 
É uma oportunidade ótima para aprenderem a poupar até 20% por ano nas vossas contas de energia.
Quem não puder estar presente pode espreitar mais sobre esta iniciativa em www.gastemenosemenergia.eu

Agora umas dicas rápidas: 
• Ao desligarem os dispositivos sempre que não estejam a ser utilizados, podem reduzir as suas faturas de eletricidade até 50 € por ano. 
• Abram o forno apenas quando for necessário Cada vez que o forno é aberto, o mesmo perde 20% de calor e energia. 
• Tenham cuidado com o ar condicionado. Por cada grau Celsius de temperatura da divisão reduzido, podem aumentar o consumo de eletricidade em 11%. 
• Quando comprarem um novo dispositivo reparem na etiqueta energética da UE. Os dispositivos melhor classificados podem ser até 60% mais eficientes do que as alternativas.

1 comentário:

  1. Rita isso é tudo óptimo, mas parece que esquecemos a questão de fundo. Os 23% de IVA e a taxa audiovisual. Olhe para a sua factura e veja quanto pagaria se em vez de 23% pagasse 6% e se não tivesse de financiar as RTP's. Já era tempo de de a televisão se auto-financiar, que de interesse público tem pouco. E já nem digo sobre este "governo".

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