A história começa com um:
«- Quando fiquei desempregada...»
Desempregada, grávida de primeira viagem - da C de Carolina - mas não de pança para o ar...
Com o curso de Design Industrial, tentou «inventar» umas coisas na máquina de costura.
Primeiro uns lençóis, depois outros...
Quando percebeu que o resultado agradava aventurou-se numa forra do berço...
e, surpresa, também ficou um amor!
Nessa altura, foi só isso.
Foi só, quando engravidou da segunda filha - o F de Francisca - que se atirou para o maravilhoso mundo dos cueiros.
Escolheu o piquet, os bordados, tirou moldes e correu bem!
Quando mostrava a amigas ou tias, perguntavam onde tinha comprado...
Começou por ganhar a filha bebé.
20 e tal cueiros, vários conjuntos de lençóis de berço, um envelope/capa do ovo que servia também de «saco cama», colchas e mantinhas, fraldas de pano com bordado inglês... sempre com fitinhas de cetim e um lacinho.
Mas os bebés crescem rápido e aí que queria que a sua paixão chegasse a outros bebés.
Foi assim que nasceu a
Para além dos nomes das filhas, os modelos foram batizados com os de tantas outras crianças.
Um cueiro é uma receita antiga mas muito prática - e muito gira - de vestir o bebé.
Está sempre pronto para as milhares mudas de fraldas.
É uma peça única e, por isso, dispensa fazer conjuntinhos.. e depois ter de lavar a dobrar.
Não é todos os dias que se vê um talento assim.
É CHOCANTE a perfeição com que faz e a beleza com que o apresenta...
só pode ser amor!
Façam like aqui, tenho a certeza que vão amar!







