Palavras para quê?

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Tem sido, até agora, a minha melhor gravidez melhor. Aos 39 anos.
Apesar de ter chegado numa fase de muitos nervos, e de ter tido umas pontadas, a Madalena – nome de bolo, de praia e de santa – aqui está.
Nasce em abril e é uma mexida. O Doutor quase não a apanha nas ecografias. Vou na semana 18 e engordei 2 quilos, algo inédito no meu historial de gravidezes. Mas está tudo bem.
Por não ter sintomas nenhuns, enjoos, azia, fome, nada, achei que pudesse ser um rapaz porque com a minha filha mais velha passei os primeiros 4 meses péssima.
Há umas semanas disse ao médico que tinha 90% de certezas que era um rapaz. Ele disse, logo na altura, que estava a ver tudo muito liso. 😉
Mexe-se loucamente, até já sente quem está de fora.
Estou perdidamente apaixonada pela ideia de ter mais um filho. [Menino ou menina, who cares… ;)]
E tremendamente arrependida de não ter começado mais cedo. Por isso – se é que posso dar conselhos a alguém – se estão na dúvida, avancem.
Não deixem que o tempo vos vença. Tudo se faz, tudo se cria. Apertamos aqui e ali – às vezes aperta-se demais, eu sei – e ganhamos um enorme espaço no nosso coração.
Um beijinho enorme e parabéns a quem apostou na princesa! 😉 Isto foi divertido!!!
[É menina mas não vai ser tudo em cor de rosa. Ai não senhora!!! Já tenho um sling verde lindo – esta miúda vai andar atrelada a mim – e uns kits a fugir ao costume.]

17 thoughts on “Palavras para quê?

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