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O Natal tem de tudo e mais alguma coisa (mas que não falte o amor.)

Tempo de leitura: 2 minutos

Cada vez tento mais acalmar o meu Natal.  Ter pais e sogros separados, uma avó viva mas que já não vai à festa porque somos centenas e ela fica cansada, um jantar em Santarém, enfim… são muitas casas para poucos dias.

E ainda há a nossa, cada vez mais a nossa tradição, a que nós dá aquela emoção de ver os miúdos de pijama a abrir presentes, a brincarem com eles, sem pressas. Os de madeira são os que mais adoro. E depois todos brincam com o que receberam os manos com enorme entusiasmo. Ponho música e acendo sempre a lareira, por isso, que não faltem as acendalhas e a lenha. É ecológica feita de restos, o que me dá mais alegria.

Esmero-me no pequeno-almoço. Descobri no meu supermercado pão de massa mãe. Que este sabor fique enraizado nas memórias dos meus filhos para sempre. Esta é a minha parte preferida do Natal. A de nossa casa.

Também adoro visitar a família mas não adoro as viagens de carro nesta altura. Acabamos a época cansados, felizes e a achar que valeu a pena a correria. Mas para mim Natal é aquele bocadinho. Em que me vejo miúda, em que vejo os meus e percebo que Natal é estarmos juntos. 

O Lidl desafiou-me a pensar no que é Natal para mim.A campanha que diz que lá “tem tudo e mais alguma coisa” fez-me puxar pela cabeça e pensar que coisa era essa. Na verdade, não tanto pelo consumo desenfreado mas pelo sentimento com que vamos ao supermercado nesta altura do ano foi o mote perfeito.

Fotos do ano passado

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