Não há sítio como a família.

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Começar uma família, criar, de raiz, ou recomeçar. A nossa família. Poder ser tudo, poder ter tanto em pouco, poder ter pouco mas tanto…. Poder começar a dois, ter a sorte de continuar a dois, ou ser forte para recomeçar só.

Triste aquele que não se realiza na família, que não encontra tudo o que precisa nela, que não se sente abençoado pelo privilégio de a ter. Coitado do que não se alegra, que não se descobre, que não sorri, não se fortalece.
Pena do que não muda [para melhor], que não esquece pequenos caprichos, que não está em pleno.
Feliz aquele que se encontra, se define e se encanta pela sua família. Que a põe em primeiro plano, que se entrega de corpo e alma e se projecta no futuro, a várias mãos e com as batidas ritmadas pelo coração.
(Em homenagem a uma bebé, que há dias estava na barriga da Filipa, mãe de uma família que adoro fotografar e que é mesmo isso: uma família!)

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