A queda de um anjo

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Pronto. Acabou-se o sossego. A santinha aos 5 meses virou.
Agora passa os dias num lamento, chora, ralha, não fica sozinha, quer andar ao colo mas tem de ser em movimento, não quer brincar com os manos, ri-se menos… Está em modo carpideira. E eu que não consigo ouvir um bebé chorar…
Passo o tempo todo a ver se vêm aí um dente, mas nada.
Às vezes penso que pode já estar a querer trincar algo mais substancial mas não deixo a minha confiança abalar-se. Depois de mamar fica saciada e aí está a minha resposta. [Acredita.]
Diz-me o meu instinto que tem ver com estar a ficar crescida e a entender a ausência. Especialmente a minha ausência que hoje em dia se resume basicamente à casa de banho.
E espero (muito) que seja uma fase e que a minha santa volte. Talvez não tão santa, eu sei, mas pelo menos que acabem estas lamúrias que me andam a deixar completamente doida.[Não se deixem enganar por esta carinha!!!]


8 thoughts on “A queda de um anjo

  • Aqui é assim quase desde o início! Não consigo fazer nada… está com 4,5 meses. Pode ser que aos 5 mude e fique mais calma, não? 😉. Acho que a minha já agradecia comida tendo em conta como fica a olhar para mim quando como e como tenta chegar à minha comida…

  • nao querendo desanima-la, o meu tem quase 9 meses e essa fase ainda nao passou. mas agora que ja começa a conseguir mover-se (arrasta-se mais que gatinha) esta lgeiramente melhor.

  • O meu era santo, depois teve uma fase assim, mas durou pouco. ANIMO! Diziam-me que era um sindorme qualquer muito normal nessas idades, que tem a ver com medo da ausencia dos pais. No meu caso fazia sentido, porque sentava-o na espreguiçadeira, onde antes ficava radiante, e ele chorava desesperado, mesmo comigo à frente. Mas não durou mais que 2/3 semanas. Depois voltou a ser santo.

    bjs

  • Hei, nós é que somos as Mães! We rule! Claro que eles passam por estas fases, mas nós somos as adultas, ou tem uma razão para estar assim, ou se for essa a nossa vontade, fazemos o que achamos que devemos. Sempre tomei banho sem a criança no quarto de banho. Acima de tudo eles habituam se ao que nós lhes damos.

  • Nesta casa parece me que nunca faltou amor, colo, mimo, cumplicidade, alegria, partilha, liberdade e isso sim é importante, o choro é a manifestação de desagrado, a maneira como os bebés se expressam. Se não aguentarmos ficamos reféns deles e sem vida própria…e ficamos pais mais intolerantes e menos pacientes…

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