Viver o bairro novo.

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Há muito tempo que não saía com os 3 e a máquina.
Têm sido tempos de sacos, arrumações e parece que a tralha não acaba.
[É possível uma família acumular tanta coisa?!]
Saímos da casa que era minha de solteira e onde, um por um, deixámos a nossa marca.
Agora quase que a começar do zero e a praticar realmente o #movimentodestralhar sentimos que um banco do jardim nos deixa muito mais memórias que baús cheios de nada.
Aqui vamos ser felizes. Somos sempre. Juntos.
[Prometo editar mais fotos desta saída.]

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