O dia em que fomos visitar animais abandonados…

Tempo de leitura: 2 minutos
Já sabem da paixão dos meus filhos por cães…
– TODOS os dias me pedem um!!! –
E minha também. 
*O meu Shot, um labrador preto, fez mesmo parte da família
e quando morreu foi uma dor imensa!*
Não tenho nenhum no momento porque,
para além de viver num apartamento,
– o que muita gente diz que é uma desculpa –
tenho filhos pequenos,
o meu marido nem sempre chega cedo,
há os veterinários, as vacinas, os cocós,
os xixis, a morte
e não sinto ainda que tenho condições para um…
Adorava… mas é esta a realidade.
Para se ter um animal de estimação
é preciso espaço, tempo e capacidade 
para o amor superar tudo.

No entanto, não dou a minha opinião por concretizada

e vou estudando e analisando
a importância – e a responsabilidade – de um compromisso tão grande.
Até porque não acho justo dizer não porque não.
Quero que eles percebam bem as razões.

E lá fomos nós até à

conhecer alguns dos animais
que alguns seres humanos
desprezaram ou tiveram de deixar para trás,
por inúmeras razões. A maior: a crise!
Fiquei tãooooo bem impressionada 
com as instalações, o amor
e a limpeza do espaço.

Claro que apetece trazer um.
(Aiiii…. este aqui em baixo!!!)

Claro que arrisquei a umas boas birras.

Mas expliquei tudo muito bem 
e eles nem falaram nisso.
Falaram sim nas pessoas más que abandonam animais.
E essa era a lição!
Até terem idade para ficarem sozinhos em casa
ou não tenha pena de os levar a passear
o nosso cãozinho à noite no inverno….
Até esse dia, acho que não.
E já que é isto,
então porque não nos enfiarmos dentro das casotas, 
pensaram eles! 😉
Parabéns à Fundação pelo trabalho maravilhoso que faz!
E pela oportunidade de estudarmos uma adoção responsável.
Foi este vídeo da Purina
onde 3 amigos são protagonistas
(Bob no surf… o máximo!!!!)
que inspirou este post!
True story!!!


Purina – Experiences from Work, Play & Work on Vimeo.

O Socorro! Sou mãe… também está no Facebook

4 thoughts on “O dia em que fomos visitar animais abandonados…

  • Olá Rita, eu também adoro animais, e em pequena tive cães que adorava. Até há três anos atrás resisti..até que o Luís encontrou um gato bebé abandonado ( com 10 dias..)não consegui não ficar com ele, nunca na minha vida tinha tido um gato..foi alimentado a biberon durante semanas e hoje faz parte da familia (é preto e chama-se Silvestre) , um ano depois fui à Quinta duma amiga minha em Sintra e a gata siamesa dela tinha quatro gatos bebés… trouxe o Kiko pois a minha Kika (Francisca) apaixonou-se..hoje tenho duas filhas e dois gatos e elas adoram-nos, são limpos e independentes e muito queridos! Não sei como há pessoas que abandonam os animais, bjs

  • Quando estava a tirar o curso de Comunicação na Nova, tive várias cadeiras de jornalismo. Tive de fazer uma reportagem sobre o canil do Monsanto e não parei de ter os olhos vermelhos toda a entrevista à senhora responsável-
    O pior foi conhecer o lugar onde cremam os animais… e perceber que a senhora teve de criar formas de lidar com o facto de o seu trabalho incluir matar animais com injecções e torná-los em cinzas.

    Ao ler o seu post lembrei-me disto automaticamente e estou sinceramente emocionada… os animais sao grande companheiros…

  • Eu também adorava, pelo pimpolho, porque sei que ia amar. Mas vivo também num apartamento. Até pode ser considerado desculpa, mas limita logo. E também porque seria mais um filho, seria mais uma dedicação e assumo que neste momento não dá! Primeiro mais uma gravidez, depois logo pensarei em animais. Mas a questão do apartamento… Influencia-me muito!

  • Olá Rita! Em pequena tive cães em casa dos meus pais e dava tudo por eles! Quando perdemos o ultimo, a dor foi tão forte que a minha mae disse que nunca mais, para grande pena minha.. Entretanto, tive que sair de casa para trabalhar noutra cidade e o meu marido, namorado na altura, deu-me a Gia, uma labradora preta. É a menina dos nossos olhos. Tivemos o nosso primeiro filho há 10 dias e a Ga ficou na avó. Vamos buscá-la hoje!!!! Estou ansiosa! :)))

    aventurasa4.blogspot.pt

Deixe uma resposta

O seu endereço de email não será publicado. Campos obrigatórios marcados com *